Projeto Sueco utiliza projeto rentável com calor da internet para aquecer casas

Uma reportagem da BBC realizada na capital sueca Estocolmo, descobriu que os centros de armazenagem de dados não hospedam apenas informações. O calor que a estrutura produz está colaborando no aquecimento das casas de mais de 900 mil habitantes na cidade. Essa estratégia pode criar um novo modelo de negócio industrial tecnológico no mundo.

Dentro de um centro de dados é frio e seco, com superfícies limpas e diversas luzes dos servidores piscando, além de muitos cabos em todas as direções. Para o resfriamento do ambiente é necessário água fria e ventiladores que disponibilizam ar fresco e sugam o ar quente que geralmente é descartado. Porém, a Suécia resolveu aproveitá-lo.

O projeto tem o nome de Stockholm Data Parks e conta com uma parceria do governo local, de uma agência de aquecimento e refrigeração e outras instituições.

O sistema é simples, a água entra no centro de dados através de canos e é utilizada para criar ar frio e evitar o superaquecimento das maquinas. Em seguida essa água utilizada no processo que foi aquecida retorna para os canos e segue para as dependências da agência Fortum, onde será distribuída para aquecer os moradores.

Apesar de inovador, a Suécia não é o único país a aderir essa idéia, a Finlândia utilizou em 2016 o mesmo processo para aquecer as residências de uma pequena cidade. Os Estados Unidos, Canadá e França também dispõem de projetos semelhantes.

Adotar essa prática de aquecimento em todo país pela Suécia é uma experiência nunca realizada anteriormente. A expectativa é gerar calor para aquecer 2,5 mil apartamentos em 2018 e até 2035 a espera é atender 10% da demanda de aquecimento da cidade.

As empresas são incentivadas financeiramente, devido a venda do calor residual e o fornecimento de água gelada para resfriamento dos armazéns serem gratuitas.

A Suécia é um país que vem adotando idéias pró-energia mais ecológica há algum tempo, segundo Bjorn Hugosson, gerente de clima da cidade de Estocolmo. Isso ocorre devido aos recursos naturais que o país disponibiliza. O país conta com mais de 2 mil hidrelétricas que representam 40% do consumo de energia, sendo o restante proveniente de energia nuclear.

 

Bruno Fagali comenta sobre os cuidados no recebimento de gratificações de parceiros

De acordo com Bruno Fagali, fundador da Fagali Advocacia, é cada vez mais crescente o número de empresas que vem aderindo à implementação de programas de integridade corporativa em vias de estimular condutas éticas em seus negócios.

Entretanto, conseguir manter uma doutrina onde todos sigam os regulamentos estabelecidos pelo compliance não é tão simples quanto pode parecer, ainda mais levando em conta a chegada das festas de fim de ano, como ressalta o líder de prática de Ética & Compliance da Protiviti, Antonio Carlos Hencsey.

O dirigente do setor de Compliance da empresa de âmbito global que presta consultoria especializada em tecnologia, governança, risco, auditoria interna, finanças e operações, adverte que a cautela em relação ao recebimento de presentes e agrados de fornecedores ou parceiros é muito importante. Mesmo que a intenção seja apenas fortalecer as relações nos negócios, a troca de presentes pode ser vista como inadequada dependendo dos tipos de regalos ou entretenimento oferecidos.

Hencsey destaca que certas gratificações recebidas pela empresa podem ser caracterizadas como propinas, manchando a reputação e a conduta do código ético da organização, reporta Fagali.

O advogado especialista em ética corporativa transmite o ponto de vista de Antonio Carlos Hencsey dizendo que artigos de baixo valor, como brindes promocionais com logomarca, não são vistos com maus olhos por não se caracterizarem como gratificação imprópria. Para Hencsey, o problema esta em itens de valores mais expressivos. Agrados cujos valores superem 150 reais podem ser considerados influenciadores no momento de tomadas de decisão profissional.

Bruno Fagali informa que o líder da Protiviti recomenda a aplicação de certos cuidados para que não haja o risco do surgimento de más interpretações quanto às intenções dos presentes ofertados. Para não deixar dúvidas sobre o cumprimento dos regulamentos do Compliance, assim como evitar situações que beirem a indelicadeza frente aos recebimentos de presentes, o primeiro ponto mencionado é enfatizar com os colaboradores internos e externos as políticas de recebimento e oferta de agrados estabelecidos pela empresa. Segundo ele, limitar um valor para os regalos a serem recebidos, por exemplo, é uma boa medida a ser empregada.

Uma vez que o exemplo deve ser dado pelo alto escalão da companhia, é necessário que os líderes da empresa também sigam as regras estabelecidas.

Hencsey diz que é fundamental que os funcionários sejam elucidados sobre a crença de que são plenamente capazes de se manterem firmes e sem se deixar influenciar pelo agrado recebido. Ele enfatiza que a imparcialidade ou neutralidade plena nas relações interpessoais são inexistentes, pois esta ação será responsável por criar algum tipo de vínculo entre as partes envolvidas, reproduz o advogado da Fagali Advocacia.

Tentar identificar se o presente vem em forma de agradecimento pela trajetória da parceria ou é oriundo de algum tipo de interesse nos negócios pode poupar alguns transtornos.

Demonstrar ao colaborador a importância do cumprimento do regulamento estipulado pela empresa fará com que outros venham a agir da mesma maneira, assim perpetuando a conduta ética entre os integrantes do quadro de colaboradores, finaliza Bruno Fagali.

 

Copinha abre 2017 já tem 3 mil atletas inscritos

Copa São Paulo de Futebol Junior abre a temporada de 2017 com novidades, para que um número maior de atletas tenha a oportunidade de mostrar seu futebol. A copinha é considerada a vitrine brasileira para novos atletas.

Para que isso seja efetivamente possível houve um acréscimo do número de substituições por partidas, podendo ser feitas até seis em cada jogo, desta forma os admiradores da competição, terão mais oportunidades de ver novos talentos se revelarem para o futebol brasileiro, que é sem dúvidas um legado da competição ao longo dos anos.

Um número recorde de participantes de todas as federações do Brasil foi estabelecido, 2018 terá a participação de 120 equipes mais uma internacional, o “Perola Negras”, equipe haitiana que já atuou em 2017.

Com esse número grande de equipes participantes a quantidade de atletas, deverá chegar na casa dos 3 mil jogadores, o que também possibilitará, um número bem maior de revelações para o futebol brasileiro, assim sendo o público que prestigia essa modalidade agradece, torcendo para que permaneçam nos gramados do Brasil por um longo período.

O Corinthians foi o grande vencedor da edição 2017 da Copa São Paulo de Futebol Junior, a conquista teve um gostinho a mais pois era o ano do aniversário de um de seus maiores rivais, o São Paulo. A conquista foi a cereja no bolo para uma excelente campanha realizada pelos garotos da base corintiana, conquista que já se tornou costumeira pois essa é a decima vez que o timão é consagrado campeão da Copa São Paulo de Futebol Junior. Nesta edição a partida final foi contra o Batatais que perdeu de 2×1.

A edição 2018 do principal campeonato de base do Brasil, teve início no dia 2 de janeiro e terá seu encerramento no dia 25, data da grande final. A competição deste ano teve uma divisão com 32 grupos, divulgados pela Federação Paulista de Futebol na última semana de dezembro.

O sporTV é responsável por transmitir as emoções que certamente serão proporcionadas pela competição, por isso a emissora separou um lugar especial para dar cobertura a competição. No primeiro dia do torneio duas partidas abriram as transições.

 

Bitcoin se valoriza para mais de 30 mil reais

O Bitcoin, moeda virtual que a cada vez se valoriza está progressivamente sendo aceita por empresas que apostam no potencial da moeda. Entre subidas e quedas, a moeda está resistindo e apresentando um crescimento constante que causa curiosidade e chama a atenção de investidores.

Na manhã de domingo do dia 26 de novembro, a moeda havia atingido uma valorização recorde: US$ 9.033 (aproximadamente R$ 30 mil), conforme indicou o site especializado na moeda virtual “CoinDesk”. Desde dezembro o valor da moeda se multiplicou por sete, a previsão para o fim do ano é de que ela chegue a US$ 10.000, não mais US$ 8.400 como era esperado, afirma Mike Novogratz, gerente de fundos de cobertura. Outra moeda virtual que está obtendo destaque é a tether, com uma disseminação menor que está sendo negociada a US$ 370 e tem previsão de chegar a US$ 500.

O gerente Novogratz está formando um fundo de US$ 500 milhões para ser investido em criptomoedas e confirma que existe espaço para a moeda se valorizar ainda mais.

Baseada em uma tecnologia, a moeda virtual é limitada e está se valorizando porque as pessoas dão crédito para ela. Essa novidade no mundo virtual tomou força principalmente porque houve uma quebra de confiança em 2008, durante o período da crise financeira.

O valor do bitcoin teve uma elevação de US$ 8.374 na terça-feira depois das afirmações de Novogratz. A moeda sofreu com uma desvalorização de 5,4 por cento depois de um roubo de uma quantia de US$ 31 milhões de dólares de outra criptomoeda, a tether. Esses fatos não são uma novidade nesse setor, uma vez que a valorização da moeda passou por altos e baixos. As três quedas da moeda de mais de 25 por cento foram seguidas de altas.

De acordo com a Novogratz a moeda já teve muitas movimentações em seu histórico, os valores tiveram diversas oscilações o que causa um nervosismo nas pessoas. Quem já ganhou bastante dinheiro e se informa com as notícias, prefere retirar o que conseguiu e sair do investimento, uma das escolhas que precisam ser feitas no momento mais adequado para o investidor.

 

Fila de adoção no país tem mais de oito mil crianças a espera de um lar

Atualmente, o Brasil tem uma fila de espera para adoção de mais de 8 mil crianças e adolescentes. Do outro lado temos uma fila de espera para adotar de 38 mil pessoas cadastradas esperando para receber essas crianças. Para diminuir e agilizar o processo de adoção, uma nova lei foi sancionada que ajuda a facilitar o processo de adoção das crianças deficientes e com irmãos em abrigos, assinada pelo presidente da República, Michel Temer.

De acordo com o Cadastro Nacional de Adoção do Conselho Nacional de Justiça, ¼ das crianças à espera para serem adotadas possuem problemas de saúde. Em relação ao irmão é outra dificuldade encontrada na adoção, pois 59,6% das crianças em abrigos tem irmãos. Ao todo são 41 mil cadastrados para adotarem uma criança sendo que 65% não aceitam irmãos e 64% desejam crianças saudáveis.

A lei assegura rapidez e prioridade no processo de candidatos que se interessarem por adotar crianças com idade mais avançada, adolescentes, irmãos, crianças com doenças crônicas e que possuam alguma necessidade especial de saúde.

O supervisor de adoção da Vara da Infância e da Juventude do DFl, Walter Gomes, explica que quem pretende adotar e está nos critérios estabelecidos esperam por um período de 5 a 7 anos para adoção. Gomes diz que todos os casos de adoção exigem cuidados e acompanhamento que é realizado pelas equipes das Varas de Infância dos estados. A adoção no Brasil é realizada por agências de adoção e veio sofrendo alterações ao longo dos anos a partir do ECA, o Estatuto da Criança e do Adolescente através da lei da Adoção nº 12.010/2010.

O processo se inicia com uma entrevista de intenção para a adoção, onde a pessoa interessada procura a Vara da Infância e Adolescência local. Após a entrevista o candidato a adoção preenche um formulário que contará suas características pessoais e familiares e suas condições sociais e financeiras. Os candidatos também terão que descrever características da criança que pretendem adotar, tais como sexo, cor, idade, etc. É solicitado uma documentação, realizado cursos e uma nova entrevista de avaliação para só então poder entrar na fila de adoção e aguardar uma criança compatível com o perfil solicitado.

 

Uma pesquisa revela que pessoas casadas possuem menores chances de apresentar demência

Um estudo foi divulgado no Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry, em que os pesquisadores descobriram que pessoas casadas possuem menos chances de desenvolverem demência. No caso dos solteiros, eles apresentam cerca de 42% mais chances de apresentarem a doença, sendo que nos viúvos os riscos reduzem para 20% dos casos.

Segundo o principal autor da pesquisa, Andrew Sommerlad, psiquiatra da University College London, localizada no Reino Unido, com o casamento as pessoas acabam desenvolvendo um modo de  vida mais saudável e menos estressante,  além de estarem mais envolvidas com a sociedade. Essa forma de vida pode ser a explicação por elas apresentarem menos riscos de desenvolver a doença.

Essas conclusões desses estudos foram baseadas em informações de quinze pesquisas, que foram divulgadas em jornais científicos de grande importância até o final do ano passado. Esses estudos visavam conhecer se havia mesmo uma relação do estado civil das pessoas, com a chance de apresentar a doença. As informações para a pesquisa foram coletadas de mais de 800.000 pessoas, vindas de diferentes continentes: América do Norte e do Sul, Ásia e Europa.

Mas em uma análise geral, as informações se tornam diferentes quando se observa a idade de todas as pessoas que participaram da pesquisa. Apesar de mostrar que as pessoas solteiras apresentaram um risco, cerca de 42% maior de apresentar a doença que os casados, os estudos que analisaram as pessoas que possuem menos de noventa anos, mostram que as chances são menores, ficando em cerca de 24%. Esse fato mostra que a relação entre esses dois aspectos pode estar reduzindo com o passar dos anos. Mas a causa disso ainda não foi descoberta pelos pesquisadores.

As chances apresentadas pelos viúvos também ficam menores quando os pesquisadores levaram em conta o seu grau de instrução, mostrando que aqueles que são mais cultos possuem uma propensão menor para desenvolver a doença.

Mas nas circunstâncias que envolviam pessoas divorciadas, a ligação não aparecia na maior parte dos dados analisados, apesar dos pesquisadores destacarem que isso pode ser uma consequência, da pequena quantidade de pessoas divorciadas entre todas as que foram estudadas. Todos esses dados foram fundamentados em pesquisas baseadas em observações, sendo que nenhum resultado concreto pode ser concluído, somente que existe uma relação com esses dois elementos. Os cientistas também declararam que alguns dados analisados, não abrangem quantos anos os integrantes da pesquisa estão divorciados ou viúvos.

 

Inflamação crônica de pele tem novo tratamento aprovado pela Anvisa

Uma terapia nunca realizada antes para tratar a dermatite atópica foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. A dermatite atópica é uma doença de pele que causa erupções, coceira e crostas que atingem as dobras dos braços e atrás do joelho. A doença também é conhecida como eczema pode vir ou não acompanhada de rinite alérgica ou asma.

O novo tratamento é realizado com Dupixent, um medicamento que faz parte da classe dos biológicos que são produzidos a base de organismo vivos modificados geneticamente para a produção do princípio ativo da medicação.

Em relação ao dupilumab, a medicação é um anticorpo monoclonal, ou seja, um clone de defesa humana que faz a inibição de substâncias relacionadas ao desenvolvimento da doença.

A Anvisa divulgou a aprovação do tratamento no dia 11 de novembro deste ano sendo o registro dado a Sanofi-Aventis, uma empresa francesa. A provação nos Estado Unidos ocorreu no final do mês de setembro e na Europa no final de julho deste ano.

As irritações causadas pela doença aparecem normalmente atrás do joelho, na parte dianteira do cotovelo, nos braços e mãos. O tratamento é indicado para adultos com casos mais graves da doença.

A eficácia de dupilumab foi realizada em 3 ensaios clínicos que apresentaram uma redução significativa nas lesões e coceira no primeiro mês que o tratamento foi realizado. A melhora da coceira apareceu na primeira semana do tratamento e dois a cada três pacientes tiveram melhora de até 75% nas lesões da pele em comparação ao início do tratamento.

De acordo com informações do Censo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a dermatite atópica é a doença de pele mais comum nos brasileiros ficando 11ª posição com uma ocorrência de 2,4% em relação a todas as idades. Nas crianças até 14 anos de idade ela atinge 13,7% e os entre 15 e 39 anos é de 1,2%.

A dermatite atópica é uma doença que não tem cura mas pode ser controlada nos sintomas gerais e na redução das marcas na pele com manutenção e hidratação acompanhado de banhos rápidos com água em temperatura morna e com produtos de higiene neutros. O acompanhamento médico também é de extrema importância.