Empresas grandes investem em start-ups por obterem versatilidade

As start-ups estão no centro das atenções paras as empresas que buscam soluções inovadoras em seus serviços. As possibilidades de negócio que existem podem resultar em uma boa oportunidade para o progresso no mundo corporativo.

De acordo com uma pesquisa com o Movimento 100 Open Startups, iniciativa que atrai companhias tradicionais e novatas que interagem em desafios e eventos. Entre julho de 2015 e 2017, 130 companhias participaram como organizadoras de 154 programas de relacionamento com start-ups.

As ações abrangem criação de espaços de trabalho para as empresas participantes (como Itaú, Google, Bradesco, Oi e Totvs), programas de networking, premiações de ideias e investimentos em companhias.

A absorção das inovações que as empresas como as start-ups propiciam tem a vantagem de que suas políticas internas não estão metodicamente rígidas. A flexibilidade é um fator que pesa na escolha dessas empresas para possíveis parcerias.

Uma das razões que facilitam as interações é o benefício que se ganha em manter a estrutura de uma grande empresa, tendo um desenvolvimento de alguma especialidade inédita, sem precisar interferir nas atividades da própria equipe.

Em tempos de desafios econômicos em que o máximo de resultado precisa ser alcançado com o uso adequado de recursos em um tempo rápido. A influência das start-ups na produtividade e na gestão através do uso de recursos que potencializam uma determinada área é essencial para trazer um avanço maior nas grandes empresas.

O diretor de operações da Microsoft, Franklin Luzes, afirma que empresas grandes não podem ignorar as novas ideias que resultam em soluções eficientes e modernas. A intenção das corporações é acompanhar a evolução tecnológica enquanto permanecem em sua atividade tradicional, oferecendo seus serviços.

As interações favorecem resultados que estimulam o empreendedorismo na área. Grandes investidores estão interessados em apostar em empresas que desenvolvem soluções que propulsionam a capacidade de tarefas, e assim aprimoram e testam os serviços oferecidos. Um exemplo disso é a empresa Tibit, de Lavras (MG), que receberá um investimento de 1 milhão do fundo BRStartups. A start-up desenvolveu um sistema que é capaz analisar a qualidade de grãos a partir de imagens.

 

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