Pesquisadores descobrem que a laranja é um ótimo adubo orgânico

Já é senso comum que a laranja faz bem a saúde. Além de ser uma famosa fonte de vitamina C, ela possui outros benefícios como ácido fólico, cálcio e ferro. Recentemente dois pesquisadores descobriram que o bagaço da laranja é muito eficiente como adubo orgânico. Eles verificaram os resultados de um experimento na Costa Rica, quase duas décadas depois que ele foi realizado e se surpreenderam.

Tudo começou 19 anos atrás em um acordo feito entre um casal de pesquisadores e uma empresa de sucos de laranja, que acarretou num descarte de mil caminhões repletos de bagaços de laranja em uma área com solo pobre, um lugar que já foi usado como pasto. Há 3 anos os pesquisadores retornaram a essa área para ver os resultados e notaram que o solo tinha uma quantidade significativa de nutrientes.

Daniel Janzen e Winnie Hallwachs orientaram a Del Oro que doasse parcialmente um terreno que estava perto de uma área de conservação, em contrapartida a empresa teve permissão para descartar os restos da laranja numa área onde o solo estava degradado, como um jeito ecológico de jogar fora o seu “lixo” orgânico.

O plano inicial era expandir esse despejo em várias áreas diferentes do parque, mas em virtude de uma ação judicial impetrada por uma empresa concorrente, o projeto ficou restrito a apenas 1 lugar. Tim Treuer, coautor do estudo falou que até hoje ainda existem vários lugares dentro da área de conservação que ainda estão em condições de degradação. Ele disse que lamenta o fato do projeto não ter sido replicado nessas áreas.

Há 3 anos, Tim Treuer e Jonathan Choi viajaram para Costa Rica para verificar o resultado do projeto. Eles fizeram comparações no crescimento entre a área que recebeu o bagaço da laranja com os demais locais que não foram adubados dessa forma. A diferença entre as áreas foi facilmente notada. A vegetação cujo solo recebeu os resíduos estava bem mais cheia e tinha uma variedade maior de espécies de plantas. Realizando uma análise do solo, eles tiveram a confirmação. Ele estava até 77% mais rico em nutrientes do que as demais áreas.

 

Produtos de limpeza doméstica podem causar doenças iguais ao tabagismo

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica, se respirarmos regularmente algumas substâncias dos produtos de limpeza, o pulmão é prejudicado tanto quanto o de pessoas que fumam cigarro, com um risco de adquirir uma doença obstrutiva crônica (DPOC), causada por quem fuma em até 32%.

Essa condição é aplicada a faxineiros, enfermeiros e pessoas que usam diariamente substâncias em suas rotinas.

Estudos anteriores já relacionavam a exposição à desinfetantes a problemas respiratórios. A DPOC é um grupo de condições do pulmão que causam dificuldades respiratórias, incluindo os enfisemas que causa danos aos sacos de ar dos pulmões ou doenças como bronquite crônica que é uma inflamação das vias aéreas de longo prazo. Os britânicos somam 3 milhões de pessoas com essas condições.

O estudo analisou enfermeiros que desinfetavam instrumentos e alas como suas atividades rotineiras, e contou com a liderança da médica Orianne Dumas do Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica.

Uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica, descobriu que se respirarmos com freqüência algumas substâncias presentes nos produtos de limpeza, o pulmão é prejudicado tanto quanto o de pessoas que fumam cigarro, e ainda possuem um risco de adquirir uma doença obstrutiva crônica (DPOC), como as causada por quem fuma, em até 32%.

Isso ocorre com pessoas que trabalham diretamente com o produto, como faxineiros, enfermeiros e pessoas que usam com freqüência a substâncias em suas rotinas.

Anteriormente, os estudos já relacionavam a exposição aos desinfetantes com problemas respiratórios. A DPOC é um grupo de doenças do pulmão que causam dificuldades respiratórias, incluindo os enfisemas que causa danos aos sacos de ar dos pulmões ou doenças crônicas, como a broqnuite que é uma inflamação das vias aéreas de longo prazo. Os britânicos somam 3 milhões de pessoas com essas condições.

No estudo, que contou com a liderança da médica Orianne Dumas do Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica, foram feitos testes com enfermeiros que desinfetavam instrumentos e as alas como diariamente.

Foram observados os desinfetantes e um específicos como o glutaraldeído e outros que são usados na higienização de instrumentos médicos, principalmente os usados para desinfecção de superfícies baixas como móveis e pisos. “Descobrimos que os enfermeiros que usam desinfetantes para limpar superfícies regularmente – pelo menos uma vez por semana – tiveram um risco aumentado de ter DPOC de 24% a 32% do que os outros”, explica a médica.

No resultado, mais de 55 mil enfermeiros que iniciaram suas carreiras em 1989 e até 2009 trabalharam na profissão, e acompanhados por 8 anos, pelo menos 663 deles sofriam de DPOC.

Apesar de essas conclusões serem iniciais na pesquisa, mais estudos serão realizados sobre os impactos da doença pulmonar sejam consideradas quando relacionadas à exposição ocupacional vitalícia a produtos químicos. “As descobertas mostram evidências adicionais aos efeitos de uma exposição a produtos químicos com problemas respiratórios e destacam a urgência em fazer uma integração das considerações de saúde ocupacional em diretrizes para limpeza e desinfecção em ambientes de saúde, como os hospitais”, disse Orianne.

 

Três roteiros para viajar de trem pela Europa e se apaixonar pelas belas paisagens

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Um dos destinos mais visitados por turistas do mundo todo é o continente europeu, que possui paisagens inesquecíveis, sendo que nada melhor para conhecer os países europeus, do que aproveitar a sua extensa malha ferroviária. Os trens europeus possibilitam viagens seguras e confortáveis, além das suas estações estarem bem localizadas, possibilitando fáceis conexões com os transportes públicos.

Três roteiros clássicos de viagens de trens, que são muito procurados na Europa e que podem se tornar, o seu futuro itinerário nas suas próximas férias são:

Londres – Paris – Bruxelas – Amsterdã

Na capital inglesa, depois de conhecer museus e diversos pontos turísticos como o Big Ben, London Eye e o Palácio de Buckingham, o próximo destino é Paris, em uma viagem que dura cerca de 2h20. Nessa capital charmosa, além da Torre Eiffel, vários museus, igrejas, e diversos monumentos, um passeio pelo rio Sena é recomendado ao visitante.

Depois de alguns dias em Paris, a próxima parada é Bruxelas, onde passear por suas ruas estreitas em meio a essa grande metrópole belga, é um passeio inesquecível, experimentando as suas comidas e bebidas típicas, como batatas fritas, cervejas e chocolates. Pegando o trem em Bruxelas, o trajeto leva até Amsterdã, que possui uma agitada vida noturna. Além de paisagens lindas, o visitante pode visitar o Museu Anne Frank e passear de barco pelos canais.

Veneza – Florença – Roma

Esse roteiro de fantásticas cidades da Itália começa pela linda Veneza, com sua bela arquitetura, ruas estreitas e os famosos canais. Depois de alguns dias, o embarque é feito em um trem de grande velocidade, que chega em Florença em apenas 2h. Esta cidade que é considerada a capital do renascimento, possui diversos monumentos, sendo um museu a céu aberto.

Na viagem para Roma, as paisagens lindas podem ser admiradas pelos passageiros, em um trajeto de apenas 1h30. A capital italiana possui uma arquitetura fantástica, com museus, igrejas e lindas esculturas.

Zurique – Lucerna – Interlaken

A Suíça é formada por uma malha ferroviária excelente, que facilita a locomoção entre as cidades. Começando por Zurique, onde é possível passear pelo centro histórico e fazer um passeio pelo lago de barco, e também apreciar a bela arquitetura da cidade e as suas fantásticas paisagens. Seguindo de trem para Lucerna que leva menos de 1h, encontramos lindas construções medievais e paisagens belíssimas, já que a cidade é cercada pelos alpes nevados.

A 2h de Lucerna seguindo a viagem de trem, está Interlaken, que é o local de partida para a  estação de trem mais alta  do continente europeu. O local é um complexo, que possui um parque de diversões nas alturas, esculturas de gelo e muita neve.

70% dos estudantes de ciências biológicas escolhem a licenciatura para formação

Os novos dados divulgados pelo Censo da Educação Superior, revelaram que cerca de 70% dos estudantes que se formaram em ciências biológicas nesses últimos anos escolheram a opção de licenciatura. A formação em bacharelado apareceu em segundo plano para os estudantes.

Os dados mais recentes são do ano de 2015, onde foi apontado que 13.633 estudantes escolheram a licenciatura na formação de biologia, e apenas 5.808 se formaram com o bacharelado. Mesmo com uma grande diferença entre os dois tipos de formação, ainda há diversos alunos e ex-alunos que aconselham a formação acadêmica nas duas modalidades, para que o profissional possa ampliar as oportunidades de trabalho que existem no mercado.

O profissional que se forma com a opção de licenciatura se torna apto para trabalhar como professor em escolas públicas e privadas de educação básica e também em projetos que visam a educação de forma informal como é o caso de museus e parques, segundo a legislação. Para as duas modalidades, o estágio tem caráter obrigatório, mas a quantidade de horas pode variar dependendo da instituição de ensino.

No caso da Universidade São Camilo, os estudantes que cursam o bacharelado precisam de um total de 200 horas de estágio feito com supervisão para concluir o curso. No caso dos estudantes que escolhem a licenciatura, a carga horária tem um total de 400 horas que são divididas em estágios para o ensino fundamental e médio. Ambas as modalidades de estágios se iniciam a partir do quarto semestre do curso de biologia.

E há também, em poucas universidades, a opção de cursar tanto a licenciatura quando o bacharelado de forma única. Ou seja, você faz o curso uma única vez e sai com o diploma de licenciatura e bacharelado, podendo trabalhar nas duas áreas de atuação. No caso das demais universidades, isso não acontece. É preciso cursar uma modalidade e depois a outra para adquirir os dois diplomas. Sendo assim, leva muito mais tempo para concluir os cursos e atuar nas duas áreas.

A primeira opção dos estudantes deve ser aquela em que ele quer de fato trabalhar. Se possível, escolher uma outra opção para atuar, pode auxiliar em uma busca maior por oportunidades de trabalho.

A praia de Navagio Beach na Grécia é uma das mais bonitas do planeta

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O mundo é cheio de praias incríveis e que na hora de escolher a nossa próxima viagem, as dúvidas sempre aparecem. Um país que apresenta paisagens impressionantes, e certamente possui lugares que parecem um verdadeiro paraíso, é a Grécia. Uma praia que possui uma dessas belezas de tirar o fôlego encontradas nesse país, é Navagio Beach, que é considerada uma das mais lindas praias de todo o planeta.

A praia de Navagio Beach é uma enseada e integra  a Ilha de Zaquintos  (Zakynthos). Ela fica perto do litoral de Kilini, que é uma cidade que está a uma distância de trezentos quilômetros da capital grega, Atenas. Apesar do trajeto não ser pequeno, as paisagens compensam e ele pode ser feito de ônibus e depois de ferry, que é uma espécie de balsa usada para chegar até as ilhas da Grécia, e dessa forma é possível conhecer algumas das mais belas praias do mundo.

Anteriormente a praia de Navagio Beach era chamada de Praia de Agios Georgios, ou em português, Praia de São Jorge. Mas em 1983, um navio que levava cigarros de contrabando, naufragou próximo da praia e o fato foi tão marcante, que a enseada passou a ser chamada de Naufrago ou Navagio. Até hoje é possível encontrar vestígios próximos a praia desse antigo navio, para aqueles que vão visitar esse local.

Para chegar a Navagio o único meio é por água, e várias empresas de barcos fazem esse trajeto, e dependendo da época, pode ser cobrado até trinta euros por pessoa.

Para aqueles visitantes mais aventureiros, existe uma trilha que possibilita fazer um passeio até em cima dos maravilhosos paredões, que são encontrados em volta da enseada, presenteando aqueles que chegaram até o mirante que existe no lugar, com uma vista de tirar o fôlego da praia e de suas águas límpidas.

Na Ilha de Zaquintos também existe outra atração que não pode deixar de ser visitada pelos turistas, que é a Blue Caves ou Cavernas Azuis. Geralmente é possível fazer um passeio de barco conhecendo esses dois pontos turísticos, que saem de vários pontos da ilha. As cavernas têm esse nome devido à cor azulada encontrada no local, que é um resultado do reflexo do céu na superfície do mar azul. Nesse local é possível mergulhar e fotografar as lindas grutas, que possuem arcos resultantes da erosão de milhares de anos.

Traria a JHSF consigo o segredo de sobrevivência no empreendedorismo brasileiro?

No cenário do empreendedorismo brasileiro, não são nada raros os casos de empresas que chegam à falência num curto e médio prazo, ou seja, que sobrevivem à instabilidade de nossa economia e às altas taxações apenas por pouco tempo e logo sucumbem. No entanto, temos outros casos que seguem o caminho diametralmente oposto, empresas que permanecem existindo, depois de várias décadas, só crescendo de importância e abrangência de mercados. O segredo, ao menos tomando como exemplo a JHSF Participações, fundada no ano de 1972, ainda com o nome de JHS Construção de Planejamento Ltda., é o da diversificação.

É que, durante todos os anos 1970, a companhia, iniciada pelos irmãos Fábio e José Roberto Auriemo, além de mais dois sócios, operou apenas com o seu foco original, que era a prestação de serviços envolvendo construções. Tanto que, na década seguinte, anos 1980, a JHS já havia tornando-se uma das principais construtoras do Brasil, dadas as grandes obras pelas quais foram responsáveis, seja a nível de construção, seja a nível de ampliação. Exemplos não nos faltam, como a obra do Hotel Transamérica Ilha de

Comandatuba, situado no Estado da Bahia. Outra que podemos citar é a pista de provas feita para a General Motors, na cidade de Indaiatuba, interior paulista. E isso sem contar os milhares de obras envolvendo agências bancárias de várias instituições financeiras diferentes, assim como pela construção e ampliação de vários shopping centers.

Bem-sucedidos, após tantas obras de peso por mais de uma década, ainda durante os anos 1980, a companhia que viria a ser a atual JHSF, resolve então criar sua área interna voltada às incorporações imobiliárias. Assim, nesse processo de ir ampliando a abrangência para segmentos correlacionados, mas mantendo-se em “construção”, passaram-se os anos, até que, em 1990, ocorreu uma cisão na companhia, que terminou tendo apenas Fábio como acionista. E foi nesse momento que à marca foi acrescido um ‘F’, assim surgindo a JHSF.

Já com a nova identidade, chegava ao fim aquela década iniciada com terrível inflação, e então ocorre uma verdadeira mutação na empresa, pois da construção passou-se o foco para um mercado que mostrava-se em forte ascensão com a chegada dos anos 2000 no Brasil: a incorporação imobiliária e também o investimento em edifícios comerciais para locação. E como frutos desse período, é que surgiram empreendimentos do nível do Metropolitan Office, na Rua Amauri, em São Paulo.

Posteriormente, já no ano de 2001, a empresa novamente muda de foco, quanto às suas operações prioritárias, com a criação do que viria a representar, mais para frente (2015), a renda recorrente da JHSF e também sua principal fonte de receitas: a divisão de shoppings centers. Não à toa, o complexo Cidade Jardim, referência em luxo em todo o país, e que inclui não só o Shopping Cidade Jardim, mas também nove torres residenciais (Parque Cidade Jardim) e três torres comerciais, foi então lançado pela JHSF, em 2006.

Como se vê, a empresa foi modificando-se com o tempo, de acordo com a demanda de mercado e a situação da economia nacional, mas manteve-se sempre em crescimento, impondo-se novos desafios e superando-os. Realmente, parece ser esse o segredo para se sobreviver como empreendedor, em nosso país.

 

Lama encontrada na Eslováquia é usada para o tratamento de dores

 

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Um dos maiores centros de bem-estar do continente europeu, está localizado na  Eslováquia  e recebe pessoas do mundo todo. Um dos motivos que levam tantas pessoas a esse destino, é a lama preta encontrada nesse local.

Essa lama é extraída de um rio, sendo encontrada em uma profundidade de dois mil metros, e depois ela acaba depositada em uma piscina. Depois essa lama passa por um processo que tem como objetivo a sua purificação, sendo utilizado para isso a água mineral sulfúrica e quente. Esse processo é usado para acabar com as bactérias e com as impurezas existentes nesse material. Somente depois de um ano, esta lama ficará adequada para ser utilizada como tratamento.

A médica Katarina Drgonova, esclarece que essa lama se caracteriza por ser milagrosa para o tratamento contra as dores, principalmente para problemas nas articulações e também os de coluna, ajudando a descontrair os músculos.

Isso acontece porque os minerais encontrados na lama, proporcionam essa sensação, explica a médica.

Nas profundezas das terras locais, também existe um tipo precioso de pedra, a opala, que é conhecida pelo seu jogo de cores fantásticas, sendo encontrada em Dubnic em uma antiga mina de opala, que foi a primeira do planeta.

A Eslováquia antigamente foi uma importante produtora dessa pedra preciosa, sendo que as galerias dessa mina começaram a ser exploradas, há cerca de quatrocentos anos.

Essa mina é bem grande, ela possui cerca de trinta quilômetros de túneis e a sua altura é de dezessete andares. No seu interior, essa mina é parecida com um queijo suíço, possuindo muitos buracos. A mina fica sempre submersa, e algumas tem que entrar nessa água apesar da temperatura ficar por volta de zero grau. Por ano, no máximo quarenta pessoas mergulham ali, porque esse é um local considerado um museu histórico, e não uma área de mergulho comum aberto ao público.

Esse mergulho não pode ser feito por amadores, e profissionais estão analisando os túneis inundados, e a cada trecho explorado, são fixados cabos para que o caminho de volta não seja perdido. Mergulhar nesse museu submerso, é uma oportunidade para poucas pessoas.

 

Estudo revela que jogos competitivos podem estimular a mentira nas crianças

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A maioria das crianças tem as habilidades cognitivas necessárias para mentir quando tem 3 anos e meio de idade. No entanto, um estudo recente publicado na revista Developmental Science mostra que crianças ainda mais jovens podem rapidamente e espontaneamente aprender a mentir quando estão expostas a jogos competitivos.

Para o estudo, os pesquisadores estudaram crianças de 3 anos enquanto jogavam um jogo de soma com um pesquisador ao longo de 10 dias. O jogo era uma espécie de esconde-esconde, onde a criança atuava como investigadora. Enquanto competiam com o pesquisador, elas eram estimuladas a mentir para ganhar o jogo.

Durante as primeiras sessões, quase nenhuma das crianças tentou enganar os pesquisadores. Mas ao longo do estudo, as crianças começaram a perceber que mentir resultaria em ganhos pessoais. Foi então que os pesquisadores descobriram que até mesmo as crianças mais novas conseguem mentir se estiverem competindo em um jogo.

“Nem todas as crianças descobriram como enganar o pesquisador para ganharem. De um lado, algumas crianças descobriram no primeiro dia, do outro lado, algumas estavam perdendo o jogo mesmo no final dos 10 dias”, disse o autor do estudo, Gail Heyman.

Os pesquisadores encontraram uma relação entre as habilidades cognitivas das crianças e sua capacidade de mentir.

“Uma dessas habilidades, o que os psicólogos chamam de teoria da mente, é a capacidade de entender que outros não necessariamente sabem o que você sabe. Essa habilidade é necessária porque, quando as crianças se encontram, eles comunicam intencionalmente informações que diferem do que elas mesmas acreditam. Outra dessas habilidades, o controle cognitivo, permite que as pessoas se bloqueiem de falar a verdade quando tentam mentir. As crianças que achavam como enganar os pesquisadores mais rapidamente, possuíam os níveis mais altos de ambas as habilidades cognitivas”, disse Heyman.

Os jogos competitivos, ao que parece, não só podem ajudar as crianças a descobrir o poder de enganar em uma idade notavelmente jovem, mas também podem ajudar as crianças a formular o conceito de enganar para elas mesmas. Os pesquisadores observam que aprender a empregar mentiras simples é apenas o início do procedimento de uma criança adotar o conceito de enganar, que é aperfeiçoado com o passar do tempo.

 

Luiz Carlos Trabuco e os outros presidentes do Banco Bradesco

Luiz Carlos Trabuco é o nome do atual presidente do Banco Bradesco. A instituição tem, em sua história, poucos membros que já ocuparam essa cadeira. Trabuco é o quarto presidente, imediatamente antes dele veio Márcio Cypriano. Este presidiu o banco durante dez anos, mas teve que deixar a posição por conta do estatuto do grupo que não permite presidentes com mais de 65 anos.

A reputação de Márcio Cypriano, no entanto, foi bem construída – o executivo deixou a presidência com uma ótima performance – durante o tempo em que esteve no comando da instituição financeira, ele multiplicou o seu valor de mercado de US$ 5 bilhões para US$ 30 bilhões.

Quem também ocupou o cargo de presidente do Banco Bradesco foi o próprio fundador da companhia, Amador Aguiar. Aguiar fundou o nomeado “Banco Brasileiro de Descontos S.A” em 10 de março de 1943, na região centro-oeste paulista, em um município chamado Marília, e sempre se preocupou em valorizar a relação e o contato direto com o cliente. Bem por isso, uma das primeiras providências dentro da instituição, logo que ela entrou em operação, foi tirar os gerentes de salas fechadas e colocá-los na linha de frente do atendimento. Esta foi a maneira que Amador Aguiar, que comandava os negócios nos primeiros anos de existência da empresa, chamou a atenção e destacou o banco entre os concorrentes da época.

Lázaro Brandão foi quem substituiu o fundador. Brandão foi, inclusive, o responsável pela indicação do atual presidente Luiz Carlos Trabuco.

De favorito a eleito

Luiz Carlos Trabuco era mesmo o favorito para assumir a presidência do Bradesco. Afinal, ele conhecia bem o banco – por lá ele já atuava há 40 anos. Entrou na empresa bancária em 1969, com 18 anos, iniciou carreira como escriturário e foi passando por todos os escalões da empresa. Bem por isso, o executivo cabia bem no conceito de um perfil de “continuidade e renovação” valorizado pela companhia.

Ainda que a concorrência fosse forte – com a presença na disputa de José Luiz Acar Pedro, por exemplo, que chegou ao grupo depois da compra do Banco de Crédito Nacional (BCN), em 1997; e também de Roger Agnelli (3 de maio de 1959 – 19 de março de 2016), na época, presidente da Vale – Luiz Carlos Trabuco acabou mesmo confirmando o favoritismo. O executivo, na época com 57 anos de idade, foi indicado pelo conselho de administração para liderar o Bradesco a partir de março de 2009.

Desde 1999, Trabuco já era vice-presidente do banco. O executivo também acumulava o cargo de chefe da seguradora do grupo, desde 2003.

Após eleito

Na presidência, Luiz Carlos Trabuco promoveu a criação de uma universidade corporativa. A ideia era buscar a renovação dos quadros de liderança. Ainda, no momento em que assumiu o comando da instituição fundada por Amador Aguiar, o Bradesco havia acabado de perder a liderança de mercado. Mas a oportunidade de manter o banco na briga pelas primeiras colocações no ranking veio anos depois.

Luiz Carlos Trabuco consolidou a compra da filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões em agosto daquele de 2015. O negócio foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no começo de junho de 2016. Em primeiro de julho do mesmo ano, o Bradesco anunciou ter pago R$ 16 bilhões na conclusão da compra de 100% das operações do HSBC no Brasil.

Apartamento “cubículo” de 10 m2 é aposta de construtora

Em grandes cidades a especulação imobiliária é um dos problemas que podem afetar diretamente o bolso do cidadão brasileiro. Geralmente quando uma pessoa busca por um imóvel com o objetivo de morar, quanto maior o espaço melhor, no entanto, não é isso o que os empresários do ramo de construção civil pensam.

Com o alto custo de vida das grandes cidades e o número alto de uma população que precisa de um lugar para morar, empreendimentos que buscam enxugar ao máximo os espaços de um apartamento querem lucrar ao máximo com o conceito de praticidade, vendendo uma ideia ousada.

O menor apartamento da América Latina com apenas 10 metros quadrados será construído pela Vitacon. O espaço bastante reduzido não tem lugar para uma cozinha e por isso será necessário usar a cozinha compartilhada do prédio. O número total de apartamentos são 72, os preços andam em uma direção inversamente proporcional ao tamanho, custarão cerca de 10 mil reais o metro quadrado.

Na planta do apartamento existe lugar para o banheiro, sofá-cama, TV e guarda-roupa, no lugar ainda terá uma pequena bancada e um espaço para cooktop. Devido ao tamanho altamente compacto a mobília terá que ser adaptada, a mesa, por exemplo, terá que ser dobrável.

A localização desse novo empreendimento será no centro da cidade de São Paulo, o nome do prédio será Nova Higienópolis e estará na rua das Palmeiras. Ainda que o nome do lugar faça uma referência ao bairro nobre de Higienópolis, um dos mais caros da região, o bairro em que se encontrará o prédio é conhecido como Vila Buarque. Nessa região o valor médio do metro quadrado não está em acordo com o novo lançamento da Vitacon, pois chega a R$ 7.539,00.

O “Nova Higienópolis” contará também com apartamentos maiores, serão 39 unidades de até 77 metros quadrados. Em um espaço que será compartilhado estarão disponíveis utensílios, cozinha e lavanderia. Na área de lazer e esportes haverá bicicletas e academia. A construtora já tem mais de 40 prédios somente na cidade de São Paulo e conta com apartamentos de espaço compacto, em geral de 15 metros quadrados.