Professores brasileiros receberão 15 milhões de reais do Google para formação

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Os futuros professores devem estar felizes com a recente publicação do Google.org. A instituição Google.org, que é uma iniciativa do Google em prol da responsabilidade social, anunciou recentemente que investirá 15 milhões de reais na educação dos futuros professores brasileiros. Segundo os responsáveis pelo investimento, o dinheiro será investido em um projeto que visa o aprimoramento do ensino de professores. A iniciativa de preocupação com o ensino brasileiro, é uma parceria do Google.org, da Fundação Lemann, e da Nova Escola.

Os colaboradores e investidores alegaram que o dinheiro será destinado para melhorar a formação dos professores brasileiros. A estimativa é de que 300 mil educadores sejam beneficiados com o investimento, sem falar dos próprios alunos que serão ainda mais beneficiados com professores bem instruídos. Além do dinheiro que será investido na formação desses educadores, os colaboradores pretendem criar um aplicativo gratuito para qualquer pessoa com aulas digitais e materiais exclusivos de ensino, tudo gratuitamente.

Todo o sistema do aplicativo desenvolvido pelo Google terá uma plataforma muito simples, porém interativa. A proposta é que o aplicativo seja acessado em todas as regiões do Brasil, inclusive nas regiões com acesso de internet mais difícil, ou com internet mais lenta, pois o aplicativo não consumira tantos dados de navegação.

O vice-presidente, Mario Queiroz, de produtos do Google, afirmou em entrevista: “O sucesso dos nossos filhos vai depender muito de como preparamos educadores de todas as partes do Brasil para que eles se adaptem a novas tecnologias”. Segundo Queiroz, o investimento contribuirá para que os educadores tenham uma melhor formação, e assim passem esse conhecimento para os alunos. A tecnologia vem como grande aliada do público jovem que está constantemente conectado na internet.

Atualmente, a maior reclamação por parte dos professores de escolas públicas, é o desinteresse dos alunos pelo ensino. Essa questão é bastante importante, porque alunos desmotivados, não irão se interessar por professores bem instruídos. No entanto, é preciso analisar porque os alunos perderam o interesse em estudar. A grande reclamação por parte dos alunos, é de que o ensino é ultrapassado e pouco atraente. É fato que o ensino público brasileiro atual está muito longe dos ideais, e muito ultrapassado no que é visto mundialmente.

As pessoas evoluem o pensamento, por isso é importante uma educação atual, voltada para os jovens de hoje. Se o investimento feito pelas parcerias forem destinados em inovação no ensino, certamente haverá bons resultados nas escolas brasileiras. Com educadores mais qualificados e preparados para lidar com o público jovem, o ensino brasileiro poderá ter o avanço que há anos vem precisando.

As instituições envolvidas no investimento esperam que o dinheiro possa auxiliar a formação dos futuros profissionais brasileiros, pois é somente com a educação que o país conseguirá avançar.

 

Veja também: Universidades brasileiras ficam entre as 10 melhores no curso de odontologia.

 

Flavio Maluf informa sobre o possível acordo entre a Siemens e a Bombardier

De acordo com fontes internas, a Siemens e a Bombardier estão em processo de negociação para combinarem as suas operações no setor ferroviário, com o intuito de tornar a empresa mais competitiva e capaz de lidar melhor com a concorrência das empresas chinesas, informa o presidente das industrias Eucatex, Flavio Maluf.

Essa proposta de joint venture pode chegar ao patamar de cerca de € 10 bilhões, e consistiria na combinação da produção de trens e sinalizadores de ambas as empresas. As fontes responsáveis pela divulgação dessas informações são anônimas, tendo em vista que o processo de negociação tem sido feito de modo privado e sigiloso. Elas afirmaram ainda que o acordo poderá ser firmado ainda no primeiro semestre de 2017.

Até o momento, nenhuma decisão está confirmada pois essa combinação das empresas precisaria da aprovação das autoridades antimonopolistas, o que pode gerar uma resistência por parte dos sindicatos, noticia Flavio Maluf.

As fontes disseram também que as negociações entre a Bombardier e a Siemens teriam começado no início desse ano, devido a crescente preocupação com as concorrentes chinesas, que estão crescendo cada vez mais no mercado internacional e se tornando uma grande ameaça para ambas as empresas.

No ano passado, a Bombardier negociou uma parcela de 30% do seu setor de trens para a gestora de fundos Caisse de Dépôt et Placement du Québec por cerca de US$ 5 bilhões, o que ajudou a empresa a conseguir o capital que precisava durante um período de crise de liquidez, reporta Flavio Maluf.

Entretanto, no caso da Bombardier e da Siemens, as autoridades antimonopolistas podem ser um obstáculo maior para que esse acordo seja firmado. Para isso, especialistas garantem que as duas empresas teriam que contar com o apoio dos sindicatos dos trabalhadores nas negociações, os quais só aprovariam essa joint venture caso não exista o risco de existirem reduções no número de empregos.

Para a Siemens, esse acordo serviria para enxugar o extenso conglomerado da empresa. Durante os últimos anos, o executivo Joe Kaeser, CEO da empresa, investiu continuamente na redução do foco destinado aos setores de energia, software industrial e automação de fábricas. Nesse processo, foi vendida grande parte da divisão de lâmpadas e criados planos de ações para a subsidiária de saúde, que produz escâneres médicos e outros tipos de equipamentos, informa Flavio Maluf.

O segmento de mobilidade da Siemens há anos sofre com grandes prejuízos, em parte devido a grande soma gasta no pagamento de indenizações de funcionários demitidos. Essa situação gera especulações constantes sobre a necessidade da empresa em procurar parceiros nessa divisão, como é o caso da própria Bombardier ou da francesa Alstom.

No ano de 2014, por exemplo, a Siemens tentou adquirir a Alstom mas não conseguiu, perdendo para a proposta feita pela General Electric, reporta Flavio Maluf.

Entre as produções de maior destaque do segmento de mobilidade da Siemens está o trem ICE de alta velocidade, responsável por conectar várias cidades alemãs como Colônia, Munique e Berlim. Além disso, essa divisão também produz bondes e alguns tipos de equipamentos de sinalização.

 

Fonte

Estudante de psicologia desaparece deixando vestígios que apontam irmandades secretas e alienígenas

Paredes completamente tomadas por inscrições estranhas. À primeira vista incompreensíveis. Símbolos esotéricos, referências a ufologia. Tudo isso é obra de um estudante de psicologia de 24 anos que fez tudo isso no próprio quarto, foi embora e não dá notícias desde o dia 27 de março de 2017. Esse caso está mexendo com a imaginação de muita gente. Qual o significado desses escritos? E o que aconteceu com esse jovem?

No quarto do estudante de psicologia Bruno Borges, as paredes, o chão, o teto, tudo está coberto de símbolos misteriosos. Alguns são conhecidos, como a Cruz Ansata , um símbolo egípcio da vida eterna. A Rosa Cruz é uma referência à ordem espiritual que congrega iniciados do mundo inteiro. E o esquadro e o compasso são símbolos da maçonaria. Mas há mistérios ainda não decifrados no quarto de Bruno.

Bruno deixou quatorze livros escritos a mão em uma linguagem secreta e ainda colocou uma estátua em tamanho natural de um monge, bem no meio do quarto. Ele fez tudo isso em 24 dias, sem a família saber. “Fiquei muito assustado quando eu vi, porque não é normal um pai entrar no quarto do filho e ver aquilo. Não tinha mais cama, não tinha mais guarda-roupa. Ele desmontou tudo. Então naquele momento eu fiquei muito assustado e percebi que com certeza ele tinha sumido”, diz o pai do Bruno, Athos Borges.

Pra onde Bruno foi naquele 27 de março?

O Bruno ficou pouco tempo em casa, pegou a mochila, o HD do computador e seguiu a pé por mais de 1 quilômetro. Por volta de 15h, Bruno chegou em um ponto de Táxi, onde trabalhava no momento Antonio de Oliveira, o taxista que atendeu o estudante. “Ele recebeu uma ligação como se estivesse sendo orientado por alguém para chegar em um endereço. Ele estava ansioso pra chegar ao encontro dessa pessoa, porque tinha alguém no telefone”, diz o taxista. Bruno pediu para saltar perto de um motel. O percurso de Táxi demorou em torno de 15 minutos. O motel informou que Bruno não esteve lá.

Existe uma nova pista, na floresta logo atrás do motel. Lá existe uma clareira onde seriam celebrados rituais secretos. Logo na chegada do local foi encontrado restos de fogueira, o que é possível imaginar que as pessoas frequentam o local com uma certa rotina. Também tem cinco cadeiras dispostas em círculo bem no meio da clareira. Uma testemunha de que a mata é usada para rituais, Deuzimar dos Santos, diz que eles fazem isso sempre a noite.

Teria este lugar alguma relação com o sumiço do Bruno?

Uma outra pista também está sendo investigada. É uma costureira de quem Bruno encomendou três túnicas brancas. “Ele só disse que queria as túnicas com capuz cobrindo o rosto. Eu perguntei se era pra igreja, ele disse que era quase isso. Quando ele veio buscar a encomenda, ele veio com outro rapaz forte. O outro rapaz ficou esperando e ele foi experimentar as túnicas e disse que gostou, ai me pagou e foram embora”, diz a costureira, Maria Araújo Barros.

O rapaz que foi com o estudante à costureira, é Márcio Gaiote, amigo de Bruno. “Bruno me disse: ‘Você é meu amigo iluminado eu quero que você use essa capa comigo um dia’ e não deu tempo ainda de saber o que acontece”, diz Márcio.

Márcio acha que Bruno fez tudo isso para chamar a atenção para o seu trabalho. “Ele resolveu se evadir ou meditar não sei, para que as pessoas analisem melhor o trabalho dele com mais atenção. Acredito que tenha sido isso”, diz Márcio.

 

Cientistas afirmam que a ingestão de frutas fez com que o cérebro humano ficasse maior

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Um novo estudo publicado pela revista científica “Nature Ecology & Evolution”, revelou que o cérebro humano pode ter tido a influência da ingestão de frutas em sua formação. Segundo os estudiosos, comer frutas foi determinante para que os humanos adquirissem cérebros mais volumosos, a explicação para isso está na energia fornecida por esses alimentos.

O pesquisador da Universidade de Nova York e também responsável pelo estudo, Alex Decasien, revelou: “Foi assim que conseguimos esses cérebros enormes”. Sua teoria é de que a energia gerada pelas frutas quando ingeridas, foram determinantes na formação de cérebros grandes, como o que temos atualmente.

Para realizar o estudo, os pesquisadores observaram 140 espécies de primatas e os alimentos básicos ingeridos por eles. A conclusão dos pesquisadores foi que as dietas não tiveram grandes alterações ao longo da mais recente evolução. No entanto, a observação dos pesquisadores revelou que as espécies que se alimentavam de frutas, possuíam um cérebro 25% maior do que os que se alimentavam principalmente de folhas.

Essa nova teoria sobre as frutas, vai na contramão da teoria anterior sobre a evolução do cérebro humano. A antiga teoria de 1990, afirmava que o cérebro humano ficou maior com o passar do tempo por causa da necessidade de sobreviver e de reproduzir da espécie. O pesquisador Decasien, afirma que a sobrevivência, a reprodução e o convívio em grupo, podem ter sido determinantes para que o ser humano desenvolvesse a inteligência. Contudo, durante seu estudo, Decasien não encontrou nenhuma associação que ligasse a vida social dos primatas com o tamanho de seus cérebros. No caso da ingestão de frutas, o pesquisador notou que os animais que se alimentavam principalmente de frutas possuíam cérebros maiores.

As frutas são alimentos ricos em energia e em outros nutrientes importantes para a manutenção do corpo humano. Além disso, a energia gerada por uma fruta é muito maior do que a gerada pela ingestão de folhas e vegetais, o que segundo a nova teoria, seria totalmente importante para a formação de cérebros maiores. Os pesquisadores ainda avaliaram que algumas características das frutas podem ter contribuído para que os cérebros humanos ficassem maiores, como por exemplo: ter que se lembrar de onde a fruta foi encontrada, conhecer quais plantas produzem a fruta, desenvolver maneiras para abrir frutas com cascas mais rígidas, entre outras. Segundo os pesquisadores, essas ações também podem ter colaborado para a transformação no cérebro humano.

O pesquisador da “Universidade de Reading”, Chris Venditti, alegou sobre a nova teoria: “Muitas perguntas permanecem, mas eu me sinto confiante de que o estudo deles vai reorientar e revigorar a pesquisa que procura explicar a complexidade cognitiva em primatas e outros mamíferos”. Venditti, assim como outros pesquisadores estão esperançosos com a nova teoria que parece ser mais explicativa que a anterior.

Pela terceira vez, Zero Hora, do Grupo de Comunicação de Duda Melzer, está na final do Prêmio INMA

Pelo terceiro ano seguido, o jornal Zero Hora (ZH) – que pertence ao Grupo RBS, instituição gaúcha presidida por Eduardo Sirotsky Melzer, também conhecido como Duda Melzer – chega à final do Prêmio International News Media Association (INMA). Os vencedores serão conhecidos no dia 23 de maio, no Global Media Awards Dinner, em Nova York (EUA). O jantar de premiação do evento é parte da programação do 87ª INMA World Congress of News Media, que acontece anualmente.

A INMA é uma comunidade global de empresas de mídia líderes de mercado, composta por mais de 7,4 mil executivos de mais de 600 empresas de mídia em mais de 80 países. A competição proposta pela instituição é focada em premiar ações de sucesso comercial e de marca, baseada em um contexto de rápidas mudanças na mídia – situação vivida pela ZH.

Nesta edição, entre o mundo todo, 115 foi o número de finalistas. A seleção foi feita com base em 20 categorias dividas em nacionais e regionais. A ZH está na categoria de Melhor Uso de Redes Sociais, no grupo de marcas regionais/locais – junto com a plataforma Brilio.net, da Indonésia, e o jornal NewsLocal, da Australia

Ano passado, o jornal gaúcho do Grupo de comunicação de Duda Melzer foi reconhecido no prêmio INMA pelo ZH Tablet, na categoria Melhor Conteúdo Pago ou Iniciativa para Novas Mídias – além disso, também foi reconhecido pela Casa Destemperados, como Melhor Ideia para Aumentar as Vendas de Publicidade.

A ZH

A Zero Hora pertence ao Grupo RBS, que é um conglomerado de mídia brasileiro, fundado em 31 de agosto de 1957 por Maurício Sirotsky Sobrinho, avô do atual presidente da companhia, Duda Melzer. O jornal foi constituído em 4 de maio de 1964 e é editado em Porto Alegre, capital gaúcha. Ele conta com 17 cadernos, e destaca-se pela forte presença nas redes sociais – Twitter, Facebook, Instagram e Google +. Não é ao acaso que, mais uma vez, a instituição é finalista do Prêmio INMA.

Em uma média realizada pelo índice Torabit – que contabiliza as interações nos perfis de grandes jornais do país no Facebook, Instagram e Twitter – a integrante do Grupo RBS, de Duda Melzer, encerrou o ano passado com resultados satisfatórios no quesito engajamento.

Só no Facebook são dois milhões de fãs – o que significa um aumento de 16,5% em relação aos dados de 2015. No Twitter, foram 55,4% de seguidores a mais em relação ao ano anterior. O Instagram, por sua vez, bateu todos os recordes – foram mais de três milhões de curtidas em fotos postadas na conta do jornal durante o ano de 2016.

Foram as mídias sociais, a propósito, as responsáveis pela chegada de 25% do público de todo o site durante o ano passado – foram mais de 70 milhões de visualizações nas contas do canal de comunicação. E o mérito? São, claro, das estratégias de redes sociais pensadas pela empresa de Duda Melzer.

“Em 2016, trabalhamos duro para garantir nossa relevância na timeline dos leitores. Para isso, fechamos parcerias com o Twitter e qualificamos nossa produção de Lives no Facebook, além de estarmos focados no comportamento dos nossos fãs e seguidores 24 horas por dia, sete dias na semana. Para nós, as redes sociais têm uma importância estratégica que vai muito além da distribuição de conteúdo. O investimento feito em qualificação profissional, ferramentas e relacionamento foi recompensado com nosso engajamento campeão e agora com essa indicação no INMA ao lado de grandes veículos”, comemora a gerente Digital da Zero Hora, Sabrina Passos.

 

Abertura do Rock in Rio em setembro, promete impressionar com um espetáculo de drones

 

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A invasão ao Rio de Janeiro está sendo ensaiada em um pedaço rural da Áustria. Em uma terra onde brotam inovações, cientistas misturam arte e tecnologia no laboratório e trazem para o mundo, o efeito mágico desta soma.

O responsável pela maior parte das loucuras é o cientista Host Hörtner. Depois de alguns anos inventando e inventando, ele deixou os austríacos tão mal acostumados, que um dia resolveu pirar: Queria treinar vagalumes para fazer um show pirotécnico sobre o famoso rio Danúbio. “O problema é que o show seria em setembro e os vagalumes austríacos só brilham em junho”, diz o cientista.

Aí veio o plano B, prender luzes em pombos e fazê-los dançar.“Aqueles pássaros são meios burros”, afirma o cientista. Em fim o inventor decidiu fazer de uma forma mais fácil, criar uma coreografia usando comutadores e drones. “Aí finalmente minha ideia deu certo. Começamos em 2012”, explica o inventor.

A estreia foi apressada, Host e a equipe do laboratório tiveram só 16 dias para jogar tudo em um ônibus e viajar pra Londres. O espetáculo em 2012 ainda era modesto, só tinha 30 drones e teve gente tão apavorada que chamou a polícia para dizer que extraterrestres estavam sobrevoando a Tower Bridge, a famosa ponte da capital da Inglaterra.

Depois do susto Londrino, o exército de drones viajou para Sydney, na Austrália. Agora começou a treinar para se apresentar em setembro pela primeira vez em um festival de música. Durante os sete dias de apresentação Rock in Rio, esses invasores irão sobrevoar a cidade do Rock ao som da orquestra. Entre os jovens músicos, por acaso tem um Brasileiro. “As vezes que eu escutei o Rock in Rio, as letras são diferente. Eu simplesmente lembro a melodia e eu tocos”, diz o contrabaixista Iradi Luna.

Ao som da orquestra, os drones decolam para fazer desenhos no céu, mas não é fácil ser estrela do rock. Desde o começo de março, o time de Host vão para uma fazenda no interior da Áustria, para ensinar aos drones um novo ritmo e uma nova coreografia.

Cem pequenos objetos voadores decolam no campo de treinamento no interior da Áustria, partindo para uma missão importantíssima e que será um espetáculo inédito. Até agora, a performasse que será apresentada no Rock in Rio em setembro, só foi vista pelos criadores do espetáculo e pelos músicos que irão tocar no festival.

Os drones fazem formações de guitarras, formações com a palavra Rock in Rio escrita no céu, símbolos e palavras. Isso dá uma noção de quanto será maravilhoso o show de abertura do Rock in Rio, em vista do quanto está sendo preparado e dedicado pela equipe de Host.

 

 

Além do arroz com feijão: as impressões de um renomado chef sobre a culinária brasileira

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Em entrevista ao Portal Terra, o premiado chef de cozinha, Alex Atala, disse que o alimento que possui maior representatividade em se tratando da culinária brasileira, é a mandioca. Segundo ele, o ingrediente é encontrado em todas as regiões do país, seja em seu estado natural ou em farinhas. Proprietário do restaurante D.O.M., na capital paulista, o profissional acredita que a raiz é vista em mesas de consumidores das mais variadas classes sociais.

Embora trate-se de uma dupla emblemática quando alguém se refere à alimentação do brasileiro, a união do arroz com feijão não é vista por Atala como a combinação exclusiva do país. Considerando a cozinha brasileira como muito vasta, o chef vê infinitas variedades de alimentos e defende a valorização de pratos regionais. Ele não acredita que haja uma região específica que produza um alimento que exclusivamente possa representar o Brasil, dada sua grande extensão territorial.

Sobre o povo brasileiro, Atala acredita em um certo complexo de inferioridade, pois a população aceita bem diversos tipos de culinária, o que o faz concluir que não se trata de um problema de rejeição a novos sabores, mas sim falta de se valorizar devidamente os pratos locais. Para ele, o Brasil difere-se dos demais países justamente pela enorme abertura que apresenta diante da possibilidade de provar paladares diferentes. As declarações foram dadas em uma recente viagem que fez ao Japão com o propósito de divulgar alguns produtos.

Atala alegou que a população carece de alguns exemplos que a motive a consumir os alimentos característicos do país. Para melhorar a auto-estima em torno da culinária nacional, ele emprega os ingredientes brasileiros em diversos pratos de seu restaurante, além de representar o Brasil em países estrangeiros, onde realiza explanações acerca da grande versatilidade e sofisticação dos alimentos. Ele ressalta que os modismos relacionados à alimentação são iniciados quando alguém resolve fazer algo e vira uma espécie de referência para os demais.

Em seu lar, Atala destacou que começou a perceber que seus filhos mais velhos gostavam de comer lanches de redes de fast-food pelo fato de ganharem brinquedos como brinde. Observando esse comportamento, o chef resolveu fornecer-lhes alimentos de melhor qualidade acompanhados de presentes, assim como as lanchonetes de grande porte. Já em relação aos mais novos, ele afirmou que preferem comer sushi.

O chef salienta que é importante que a população modifique o modo como lida com a alimentação. Atala acha necessário que os consumidores compreendam que as práticas sustentáveis de manejo dos produtos transcendem as preocupações com o meio ambiente e devem transitar também por um maior cuidado em se saber sobre o caráter humanitário das produções Brasil afora. Ao perguntarem o que ele achava sobre a tendência dos food-trucks, disse que os profissionais envolvidos poderiam trabalhar em outros locais onde fossem melhor remunerados.

 

 

 

Roubo de queijo na Itália assusta produtores

Um crime cada vez mais comum na Itália e que está sendo investigado pela polícia italiana com vários registros de ações audaciosas da máfia. Um crime que está se tornando cada vez mais comum em várias regiões da Itália e que preocupa muito vários produtores, o roubo de queijo.

Porque os criminosos estão atrás justamente de queijo? Na Emília-Romanha, Itália central, região mais rica do que a Suíça e cuja a capital é Bolonha, um queijo desses vale como ouro. É o Parmigiano-Reggiano, conhecido no Brasil como Parmesão. Ele foi inventado nos monastérios da idade média.

A planície italiana produz 3.400 queijos parmesão por ano. Faz frente a um grande mercado de € 2 bilhões, mais de R$ 6,5 bilhões. Por causa do valor, é o queijo mais imitado e falsificado no mundo, e agora também roubado.

Ainda hoje, ele é feito com o mesmo processo: leite cru e coalhada, sem nenhum aditivo químico. As vacas se alimentam de ervas e feno. Um Parmesão inteiro custa € 350,00 – quase R$ 1200,00.

Para fugir dos ladrões, um banco em Reggio-Emília, oferece um serviço inusitado para os clientes, um cofre muito especial para guardar queijo. Hoje em dia só um banco parece ser capaz de tutelar esse patrimônio. Uma verdadeira fortaleza com paredes grossas em concreto armado. Dentro do banco existem 300 mil queijos, um tesouro que vale mais de € 160 milhões e que pertence a cerca de 50 clientes. As formas passam meses ou até anos descansando, porque o verdadeiro Parmigiano quanto mais velho melhor fica.

O cofre tem 37 mil metros quadrados e um sistema de segurança notável. Utiliza um sistema de segurança integrado, com vários tipos de alarmes, câmeras de capitação de imagens no escuro, sensores, equipes de vigilância 24 horas que podem ter apoio tático em 5 minutos.

Uma cooperativa da região do Reggio e que representa 27 empresas, já foi roubada várias vezes pela máfia dos queijos. Não é um assalto nada fácil porque cada forma de Parmigiano pesa 40 Kg. Na última vez que esta cooperativa foi roubada, os ladrões levaram 150 queijos somando 6 mil Kg. Provavelmente estacionaram do lado de fora da cooperativa 6 furgões e passaram os queijos através de uma janela.

Como o queijo é vendido em pedaços, fica difícil seguir pistas, mesmo assim a polícia já prendeu alguns ladrões da máfia dos queijos. Para a Itália, o Parmigiano- Reggiano é parte importante da sua cultura e da sua identidade, e agora virou também caso de polícia. É um símbolo do país e da história desta região, devido a sua popularidade e paladar inigualável, o queijo hoje em dia é exportado e conhecido em vários países.

Veja também: Ladrões roubam mel e até abelhas em propriedades do interior do RS.

 

Aprenda a declarar os alugueis recebidos no Imposto de Renda 2017

Muitos brasileiros que irão declarar o imposto de renda ainda não sabem como devem declarar os alugueis recebidos dentro do ano de 2016. Essa é uma dúvida muito comum, embora já tenha sido esclarecida ao longo dos anos de arrecadação do imposto de renda. Para esse ano não houve alterações na forma como os alugueis devem ser declarados, no entanto, a seguir está o passo a passo para fazer a declaração corretamente.

O primeiro passo é identificar os aluguéis que foram recolhidos. No caso de aluguéis recebidos de pessoas físicas, o proprietário do imóvel terá de informar todo o valor recebido na declaração, com o recolhimento de imposto mensal que é obrigatório, o Carnê-Leão. Para aluguéis de pessoas físicas menores que 1.903,98 reais ao mês, o Carnê-Leão não deve ser cobrado, ou declarado no imposto de renda.

O imposto mensal varia proporcionalmente ao valor recebido do aluguel, podendo ainda variar de ano para ano. Por isso todos os anos a Receita Federal disponibiliza uma tabela com todos os valores de acordo com cada aluguel para as declarações de 2017, que é referente o ano de 2016. Acesse ao site para verificar o valor de recolhimento do Carnê-Leão.

Para realizar esse recolhimento todos os meses, o proprietário declarante do IRPF deverá ter adotado o programa Carnê-Leão da Receita Federal e já ter feito o recolhimento no ano anterior. Após ter feito isso, o contribuinte só irá precisar preencher os campos necessários com os dados corretos no programa que gera automaticamente a declaração. O proprietário deverá preencher corretamente a ficha de “Rendimentos Tributáveis de PF/Exterior”, e selecionar o ícone “Importar Dados do Carnê-Leão”.

Se por algum motivo os alugueis recebidos de pessoas físicas ao longo do ano de 2015 ficaram isentos dos impostos mensais, o declarante também deverá expressar essa informação na ficha de “Rendimentos Tributáveis Recebidos de PF/Exterior”.

No caso de rendimentos recebidos de pessoa jurídica, devem ser informados em uma ficha com o nome de “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. O contribuinte ainda deverá acessar o campo “Discriminação” e declarar os valores e informar o nome e o CNPJ da empresa.

Continuando o passo a passo da declaração de aluguéis de pessoas físicas no imposto de renda, o declarante deverá expressar todos os recibos coletados ao longo do ano de 2016 no programa Carnê-Leão. No caso de vários aluguéis coletados de pessoas físicas, o proprietário deverá informar apenas o valor total recebido em cada mês.

Terminado essas etapas o gerador de imposto de renda se encarregará de atribuir os valores para a declaração referente aos ganhos daquele ano. Mais informações sobre como declarar aluguéis, ou outros rendimentos arrecadados ao longo de 2016, poderá ser consultadas no PDF redigido pela Receita Federal para tirar as dúvidas dos contribuintes.

 

Yutaka Toyota é o autor das obras que decoram o Hospital Copa Star

No ano passado, foi estreado no bairro de Copacabana, Rio de Janeiro, o Hospital Copa Star, pela Rede de hospitais D’Or São Luiz, com um conceito em atendimento de luxo, similar aos dos hotéis cinco estrelas, o que também é conhecido como ‘hotelaria hospitalar’.

Voltado a revolucionar o atendimento hospitalar na cidade do Rio de Janeiro, além de contar com um tratamento premium e com equipamentos de última geração, também dispõe de centros cirúrgicos inteligentes, medicina robótica e quarto automatizados.

Mas há ainda mais a ser destacado, pois ao longo das dependências do hospital, o paciente e seus familiares verão obras de arte em meio a uma iluminação natural. Obras essas cinéticas, da autoria do artista japonês e naturalizado brasileiro em 1968, Yutaka Toyota.

Sobre o artista das obras no Hospital Copa Star

A história desse japonês começou em 1931, quando nasceu na cidade de Tendo, mas só a partir de 1961, quando inicia sua carreira artística a nível internacional, com uma exposição em Buenos Aires, que o hoje grande artista começa a deixar realmente a sua marca na história da humanidade.

Afinal, poucos são aqueles com tamanhas habilidades artísticas como Toyota, que é não apenas escultor, mas também desenhista, cenógrafo, gravador e pintor. Isso talvez se dê, ao menos em parte, por ter começado a gostar de arte desde a infância, mas o fato é que o ponto decisivo de sua vida foi sua decisão de cursar Desenho Industrial na Universidade de Arte de Tóquio, a contragosto do pai, que desejava um filho médico.

Foi também por conta dessa decisão que ele veio parar em nosso país, após um convite de trabalho numa filial de fábrica moveleira prestes a ser inaugurada em São Paulo. E a partir daí o artista foi se aprimorando mais e mais as suas técnicas e conhecimentos da área, à medida em que ia visitando outros países. Assim pôde ter como inspiração o que chama de “espaço cósmico”, criando então a sua identidade, o que proporciona às suas obras um singular estilo de criação.

A exemplo disso, pode ser citado o bom uso da tecnologia feito por ele, ao utilizar tanto aço quanto tintas e madeiras para a base de suas esculturas, que costumam proporcionar ilusões de ótica, dado o paradoxo que apresentam. Diz-se que são paradoxais porque há nelas tanto a impressão de volume quanto de leveza, assim como são ao mesmo tempo espontâneas e instigadoras de reflexão, sem contar que podem causar a impressão de maciez e também de dureza. Bons exemplos dessa arte tão inovadora estão presentes no Hospital Copa Star, vale lembrar.

O impacto de se ter obras de Toyota em um hospital

Como já percebido, as obras do artista multi talentoso são cultuadas internacionalmente, a ponto dele receber convites de diversos países, seja para participar de grandes projetos, seja para criar alguma obra específica. E se suas obras têm valor para apreciadores da arte de países como Itália, Argentina, Japão, Colômbia e Canadá, só para citar alguns, então um hospital que exponha algumas delas passa a servir quase que também de museu.

E pela sua naturalização como brasileiro, não à toa o nosso país também está nessa lista, até porque, se considerarmos apenas Brasil, Estados Unidos e Japão, já se tem aí mais de 100 esculturas monumentais do artista, espalhadas por diversos espaços públicos dessas três nações. Desde o ano passado, no entanto, e como já dito, obras do artista estão também expostas no Hospital Copa Star.

Sendo assim, além dos milhões de reais gastos com instalações e equipamentos dos mais modernos, também pode-se considerar a aquisição de mais de 200 obras desses artista como uma grande aquisição da Rede D’Or São Luiz para o Hospital Copa Star. Afinal, se a intenção deles é proporcionar, como declararam, uma ambiente agradável, que assim propicie uma sensação de bem-estar aos pacientes, visitantes e funcionários, essa contribuição à decoração vem bem a calhar.