Programa Minha Casa Minha Vida ajuda a aquecer a economia e a gerar empregos

 

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O sonho de comprar a casa própria pode estar mais próximo de ser realizado por milhares de famílias brasileiras. De acordo com informação constante da página eletrônica do Ministério das Cidades, o governo federal planeja lançar, até o início do mês de março de 2017, uma nova fase do Programa Minha Casa Minha Vida. Voltado para o atendimento da população de baixa renda, a iniciativa deverá oferecer, ao longo do ano, financiamento para a construção e posterior aquisição de 170 mil unidades residenciais destinadas a famílias cujas rendas de seus integrantes, quando somadas, não ultrapassem R$ 1.800,00 mensais. Esse grupo faz parte do que as autoridades responsáveis pelo Programa chamam de “Faixa 1”. O Programa também destina recursos para famílias enquadradas em outros níveis de renda, distribuídas da seguinte forma: na “Faixa 1,5” estão as famílias com renda entre R$ 1.801,00 e R$ 2.350,00; na “Faixa 2”, aquelas com renda entre R$ 2.351,00 e R$ 3.600,00; e na “Faixa 3”, as que recebem entre R$ 3.601,00 e R$ 6.500,00. Embora o benefício social direto promovido pelo Programa seja evidenciado mais claramente pela entrega dos imóveis residenciais, a iniciativa também funciona como elemento catalisador de atividades em toda a cadeia produtiva ligada à construção civil. O aquecimento nesse segmento é sabidamente um gatilho que deflagra o incremento dos negócios em uma série de setores associados. Num primeiro momento, os ganhos alcançam a indústria ligada à produção e comercialização de itens de infraestrutura, como cimento, tijolos, canos de PVC e ferragens, por exemplo. Em seguida, o movimento alcança os itens de acabamento, como as tintas, os revestimentos em geral e as louças para banheiros e áreas de serviço. Ademais, não se pode desconsiderar a enorme quantidade de serviços associados ao emprego de cada um dos itens mencionados, responsáveis pela abertura de muitos postos de trabalho, com oportunidades tanto para mão-de-obra especializada como para trabalhadores com baixa qualificação. Quem tenha interesse em se inscrever no Programa deve buscar uma agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil, onde há pessoas preparadas para esclarecer todas as dúvidas existentes. Cabe alertar, entretanto, que o Programa estabelece vínculo entre a localização dos imóveis e os valores máximos que poderão ser financiados. Deve estar claro, ainda, que, além de cumprir os critérios quanto à renda, as pessoas que se candidatarem ao benefício não poderão ser proprietárias de imóvel residencial, seja ele quitado ou financiado; não poderão ter sido beneficiárias de outro programa habitacional do governo federal; e não poderão ter cadastro no Sistema Integrado de Administração de Carteiras Imobiliárias, nem no Cadastro Nacional de Mutuários. Por fim, mas não menos importante, os candidatos deverão estar livres de qualquer débito com o governo federal.

 

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