Como hidratar sua pele nesse verão

O ressecamento da pele do corpo pode aparecer a qualquer momento. Pode ser verão ou pode ser inverno, o ressecamento pode surgir para atrapalhar a sua vida – e a sua pele. Como hidratar a pele do corpo e como a manter hidratada?

Hidratação nunca é demais e com a pele do corpo não é diferente. Uma pele corporal hidratada terá uma ótima aparência e também retardará o seu envelhecimento. Por mais que se dê uma atenção extra à pele do rosto é preciso lembrar que a pele corporal também envelhece – principalmente a região do colo.

Quando a pele está sem viço, sem elasticidade, com aparência esbranquiçada em algumas regiões e com sensação de coceira, pode apostar que a sua pele está clamando por uma boa hidratação.

Sabe aquela textura áspera que algumas pessoas têm nos braços? Periodicamente esfoliar a pele e hidratar pode amenizar e até mesmo prevenir.

Enfim, hidratar a pele corporal não é regra apenas para quem tem a pele seca, mas sim para todos os tipos de pele. O segredo é encontrar o hidratante que supra o que a sua pele necessita. Porém, logicamente eu irei focar em dicas para quem quer uma hidratação eficaz e profunda – e que esta hidratação se mantenha.

Muita gente simplesmente não nota que o cuidado com a hidratação da pele corporal já começa no banho. A escolha do sabonete utilizado faz toda a diferença, pois se o seu sabonete deixa a sua pele ressecada após o banho, você terá mais “trabalho” para deixar a sua pele constantemente hidratada.

O segredo é fazer uma boa combinação entre sabonete corporal e hidratante, pois assim o sabonete não irá deixar a sua pele extremamente ressecada e já deixará a sua pele preparada para receber o hidratante.

Os sabonetes líquidos que prometem hidratação são uma excelente opção. Eles normalmente possuem aparência leitosa e definitivamente não tem como objetivo deixar a sua pele seca. Este tipo de sabonete é ideal para quem tem a pele sensível e que é facilmente irritável. Lembre-se: a escolha do sabonete é importante para os seus cuidados com a pele corporal.

Como escolher a esponja?

Isso depende do nível de sensibilidade da sua pele. Eu acho o ideal usar duas esponjas: uma suave e outra que faça uma esfoliação na sua pele – esfoliação mais ou menos abrasiva, isso depende do estilo que você prefere.

Na hora de lavar o seu corpo, não se esqueça que algumas vezes na semana é importante realizar uma esfoliação, mesmo que leve, pois a remoção das células mortas fará com que o seu hidratante seja mais eficaz.

O segredo para hidratar a pele do corpo é dar atenção a ela. Normalmente nós damos atenção redobrada ao rosto, porém a pele do corpo só ganha a devida atenção em momentos de crise de ressecamento ou mesmo em crise de alguma alergia por sensibilidade. Preste atenção na escolha do sabonete, do hidratante e até mesmo do desodorante, pois o nosso corpo todo merece ser tratado com carinho e cuidado.

Mais dicas

 

Invenção que pode mudar medicina nos países mais pobres custa apenas R$0.60

Custando menos de um real, o dispositivo que pode mudar a medicina de países pobres e sem locais com infraestrutura adequada, pode salvar vidas. A invenção que foi Batizada de “Paperfuge”, junção das palavras “paper” (papel) e “fuge”(do inglês centrifuge -centrífuga em português), é resultado de pesquisas feitas em Stanford (uma universidade de pesquisa privada localizada em Palo Alto, Califórnia. É uma das instituições mais prestigiadas do mundo, e é conhecida por ter a maior seletividade de graduação). Um dos envolvidos, o professor assistente de bioengenharia e pesquisador Manu Prakash, possui uma linha de pesquisa voltada para a criação de soluções e alternativas de baixo custo, objetivando o cuidado da saúde em países pobres.

Seguindo a proposta, o Paperfuge que se adequa perfeitamente às pretensões do pesquisador, tem seu custo em materiais na marca dos vinte centavos de dólar, algo próximo a sessenta centavos brasileiros, e que pode causar um grande impacto no mundo.

A detecção de portadores do vírus HIV, que além não possuir cura é recorrente em países pobres e carentes de infraestrutura, a confirmação de casos de malária, bem como também diversos outros procedimentos médicos, é dependente das centrífugas, que são equipamentos indispensáveis para a realização desses exames.

Para que elas possam funcionar (as centrífugas), grandes espaços precisam ser dispendidos, energia elétrica e dinheiro. Segundo Prakash em vídeo produzido por Stanford, “Um bilhão de pessoas em nosso planeta vivem sem eletricidade, infraestrutura, estradas e qualquer tipo de assistência média”.

Visando modificar esse quadro, tendo como inspiração um antigo brinquedo o novo dispositivo tem como finalidade substituir essas centrifugas, que trabalham para separar o plasma do sangue. O simples manuseio do Paperfuge acrescido da fixação de um fino tubo de vidro contendo o sangue a ser analisado em sua estrutura, fazem todo o trabalho antes apenas viável com as centrifugas. Uma vez que o tubo se encontra preenchido com o sangue, basta brincar. O conteúdo do tubo gira em uma grande velocidade, e o conteúdo é de igual maneira separado no tubo.

Testes realizados comprovaram que a amostra de sangue pode girar a até 125.000 rotações por minuto (RPM), já uma centrífuga profissional chega a marca de 15.800 RPM. Além da eficiência, o uso dessa tecnologia que custa tão pouco, pode ser uma importante ferramenta para o combate a doenças em países que carecem de uma infraestrutura médico hospitalar necessária para tratamentos adequados.

 

 

Ricardo Tosto, um grande nome do cenário jurídico nacional

Nascido em 11 de março de 1963, Ricardo Tosto, advogado brasileiro e um do sócio fundadores da ‘Leite, Tosto e Barros Advogados’, é formado em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Tendo feito extensão em Administração de Empresas pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), ele que já atuou em áreas do ramo como assessor da Diretoria Jurídica e Recursos Humanos no Grupo Rede de Energia -que controla cerca de nove distribuidoras em diversos estados brasileiros-, também exerceu cargo de diretoria na Fundação Rede de Previdência Privada.

O advogado tido como pioneiro na utilização de recursos legais que mais tarde se tornaram ferramentas comumente utilizadas por profissionais da área, possui grande papel na elaboração de leis da área econômica de grande expressividade.

Ricardo Tosto é também o principal sócio da Leite, Tosto e Barros Advogados, seu escritório, que atua no setor com um perfil bastante amplo, advoga em matérias de diversos seguimentos do direito, com destaque para resolução de conflitos e casos administrativos. Considerado também um dos maiores escritórios do brasil segundo a Análise Editorial (em publicação feita através da “Analise advocacia 500”), Ricardo Tosco assume junto à Leite, Tosto e Barros assume o décimo lugar. A empresa que possui sua sede em São Paulo, administra filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.

Ele, Ricardo Tosto, que realizou trabalhos de alcunha jurídica à grandes grupos no Brasil e até fora dele, é possui notória contribuição acadêmica no meio, com obras como “O Processo de Tiradentes”. No livro que produziu em parceria com outro grande profissional da área, Paulo Guilherme de Mendonça Lopes, aborda uma análise feita do processo judicial da Inconfidência mineira. Além de destrinchar as nuances do evento histórico de maneira sucinta e técnica, o livro carrega também o status de ser o primeiro a abordar o assunto.

Ricardo Tosto também foi conselheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, um órgão que possui vínculo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) , e no período compreendido entre agosto de 2007 e abril de 2008, e agiu na parte administrativa da instituição.

Possuindo alcunha de grande empreendedor da advocacia no país, Ricardo Tosto começou “lá em baixo”, quando seu escritório possuía apenas uma pequena sala. Graças aos seus esforços e proatividade no ramo, alavancou sua carreira, e com muito trabalho e cooperação de sua equipe foi capaz de tornar sua empresa um dos maiores escritórios que atualmente advogam no país.

Outra grande conquista do advogado, foi a menção do seu nome como um dos melhores brasileiros atuantes da área. Esse levantamento foi feito pelo guia Who’s Who Legal, que desde 1996, identifica profissionais do ramo jurídico de mais relevância no direito empresarial, tendo como base levantamentos amplos e independentes.

Uma vez sendo detentor de tamanho destaque no cenário brasileiro através de suas atividades, Ricardo Tosto não poupa esforços para tornar sua atuação a mais clara e reverente possível. Com afinco e dedicação mostra que é possível advogar com integridade e competência.

 

 

 

Relançamento do filme “O Homem que Caiu na Terra” é lançado no Brasil como homenagem a David Bowie

 

O roqueiro, performer e respeitado ator inglês David Bowie (1947-2016) será homenageado com o relançamento de seu principal trabalho no cinema, o filme de ficção científica “O Homem que Caiu na terra”, de Nicolas Roeg (1976), em que interpreta um alienígena (G1)

Um ano depois de sua morte, na semana que completaria 70 anos, o relançamento desse filme é considerado por muitos como sendo uma boa homenagem ao ator. Responsável pela distribuição desse trabalho será a produtora cultural e distribuidora de filmes Zeta Filmes, criada em 1998, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

O protagonista do filme é o personagem Thomas Jerome Newton, um alienígena milionário excêntrico que cria diversos avanços científicos, tendo como principal objetivo criar uma nave espacial para que consiga retornar à sua família e conseguir encontrar uma solução para o problema de esgotamento das reservas de água existente em seu planeta.

David Bowie já interpretou vários personagens em diversos filmes: John Blaylock, em “Fome de Viver” (1983); Himself, em “Zoolander” (2001); Nikola Tesla, em “O Grande Truque” (2006), dentre outros. Mas, sem dúvida, Thomas Jerome Newton foi o primeiro grande papel de Bowie no cinema.

O diretor britânico Roeg utilizou o visual marcante do roqueiro, magro, pálido e andrógino, juntamente com sua particularidade e carisma, para criar o protagonista Newton, Bowie dói selecionado para interpretá-lo após o cantor ter incorporado um alienígena no palco, de cabelo incandescente: Ziggy Stardust.

Roeg sustenta uma atmosfera de estranheza, de deslocamento, não apenas para o alienígena, mas para tudo o que ocorre em sua volta. Apostando numa narrativa fragmentada, que frequentemente surpreende todas as possíveis certezas do espectador no desenrolar do filme. Isto porque o personagem é cada vez mais afastado de seu foco principal, imergindo no caos das questões sociais, psicológicas e políticas de seu novo planeta, que com certeza, não iria passar despercebido ao Departamento de Estado e ao serviço secreto dos EUA.

A trilha sonora não foi composta por músicas de Bowie devido a questões contratuais. Por curiosidade, a trilha foi composta por John Phillips, da banda The Mamas & the Papas; Mick Taylor, guitarrista dos Rolling Stones e Stomu Yamashta, percussionista do Go. E nunca foi lançada em disco.

David Bowie faria 70 anos em 8 de janeiro. O filme voltará aos cinemas em 12 de janeiro, estreando em várias cidades do Brasil, Belo Horizonte, Brasília, Porto Algere, Recife, Niterói, Rio de Janeiro e São Paulo. A data também marca um ano da morte do cantor, que faleceu em 10 de janeiro de 2016.

Lei rigorosa no Japão garante pouca violência com armas de fogo

O Japão é rigoroso em relação ao acesso da população às armas de fogo e isso tem resultado em índices baixíssimos no país quando o assunto é relacionado às mortes por armas de fogo – em 2014, por exemplo, foram registradas seis, já nos Estados Unidos, no mesmo período, esse número chegou a 33.599.

O diretor-executivo da organização não-governamental Action on Armed Violence e autor do livro Gun Baby Gun, Iain Overton, salienta que “desde que as armas chegaram ao país, o Japão sempre teve leis bastantes rigorosas”. De acordo com ele, “o Japão foi o primeiro país do mundo a criar leis sobre as armas e isso é a base para mostrar que elas não fazem parte da sociedade civil”.

 

As exigências

Paciência e determinação são duas qualidades imprescindíveis para quem deseja comprar uma arma de fogo no Japão. Primeiro, porque é necessário ter um dia inteiro de aulas, e passar em uma prova escrita e em outra de tiro ao alvo – para a “aprovação”, é preciso um resultado de pelo menos 95% de acertos. Segundo, porque também é indispensável fazer exames psicológicos e antidoping.

Mas se você pensa que acabou por aí, está enganado, ainda são verificados os antecedentes criminais do candidato a portar uma arma de fogo e a polícia checa se o sujeito tem ligações com grupos extremistas. Em seguida, investigam também os parentes e até os colegas de trabalho da pessoa.

Por lá, a atual lei de controle de armas japonesa, criada em 1958, dá à polícia tanto o poder para negar o porte das armas de fogo, bem como o de procura-las e apreendê-las, se assim for necessário. Fora que, armas portáteis são proibidas, desta forma, são permitidos apenas os rifles de ar comprimido e as espingardas de caça.

Além disso, existe um controle do número de lojas que vendem armas. São 47 prefeituras no país e, na maioria delas, o número máximo é de três lojas de armas. E existe mais um “porém”, cartuchos de munição novos só podem ser comprados se os usados forem devolvidos.

O portador da arma precisa informar à polícia sobre onde ela e a munição ficam guardadas – a exigência é que as duas permaneçam trancadas em locais distintos. É preciso estar ciente de que uma vez por ano a polícia inspecionará a arma e após três anos, a validade da licença irá expirar e o usuário será obrigado a realizar todo o processo novamente – o curso e as provas. Toda essa rigorosidade é um dos motivos que explicam por que quando acontece um massacre no Japão, geralmente, nele são utilizadas facas. São incomuns os tiroteios e massacres com armas de fogo.

O resultado de toda a “complicação” também gera índices muito baixos no que se refere ao porte de armas – conforme os dados do projeto Small Arms Survey, do Instituto de Estudos Internacionais e de Desenvolvimento de Genebra, uma cidade Suíça, em 2007 foi registrada uma média de 0,6 armas por 100 pessoas no país. Só para se ter uma ideia, no mesmo estudo foram constatados índices que chegaram a 6,2 por 100 na Inglaterra e no País de Gales, e 88,8 por 100 nos EUA.

Construcap e o LEED

A Construcap, uma das maiores construtoras do país, tem se destacado pelas grandes obras que vem realizando. Mais recentemente venceu o leilão para a Parceria Público-Privada (PPP), do estado de São Paulo, para a construção dos hospitais regionais de Sorocaba e São José dos Campos, além do segundo Centro de Referência Para Mulheres.

Responsável por grandes empreendimentos no Brasil, a Construcap realizou as obras de reforma do Estádio Mineirão e a construção do Templo de Salomão, os quais vieram a receber o selo LEED (Leardeship in Energy and Enviromental Design). O prêmio, concedido pela ONG norte-americana Green Builidng Council, busca identificar as construções que economizam água e energia, além de provocar impactos ambientais reduzidos.

O estádio do Mineirão, o segundo estádio no mundo a receber esse selo, conta com um sistema de captação de água da chuva, o qual pode armazenar até 5 milhões de litros de água, sendo essa reutilizada para abastecer vasos sanitários, mictórios e irrigação. Como forma de evitar o desperdício da água reutilizada, a Construcap utilizou descargas e torneiras com limitadores de tempo. Quanto a questão energética, a Arena conta com painéis solares que são capazes de gerar energia equivalente para suprir a necessidade de 1200 casas.

Pensando na geração do lixo nos eventos, a Construcap elaborou um sistema de coleta e separação do lixo, reaproveitando 90% do lixo.

Já no megatemplo da Igreja Universal do Reino de Deus, o Templo de Salomão, é a primeira igreja a receber o selo LEED no Brasil. A economia de energia é dada através do sistema de entalpia do ar-condicionado: o funcionamento deles é realizado através do aquecimento de água, além do reaproveitamento do calor dissipado para aquecer as águas do banho e do batistério.

As pedras utilizadas para o revestimento, piso e pilares do templo foram trazidas de Israel. A construção foi feita de modo a deixar um espaço entre a parede e o revestimento, permitindo a criação de uma câmara de ar. Tal câmara facilita a ventilação e dificulta a umidade.

A escolha do local para a construção do templo também foi fundamental: melhorou proporcionalmente o funcionamento das galerias pluviais, aumentando a sua captação. Além disso, há um sistema de decantação que melhora a qualidade da água pluvial antes de liberá-la para as galerias. A Construcap realiza o controle dos despejos da obra que são lançados nessas galerias, os quais seguem a Resolução Conama nº 37, a qual determina o pH, a temperatura e o volume de detrimento no despejo.

 

 

 

Escultura de Davi feita por Michelangelo está rachando

Na estátua de David de Michelangelo, uma das obras mais emblemáticas do Renascimento, foram encontradas fissuras microscópicas que podem causar a queda deste grande rei bíblico.

 

Essa é uma das esculturas mais famosas do renascentista Michelangelo. Neste trabalho o artista retratou Davi, um herói bíblico, com tremendo realismo anatômico, o que levou esta a ser considerada uma das mais importantes obras do Renascentismo. Michelangelo demorou três anos para terminar a escultura, de 1501 a 1504, que é feita de mármore e mede cinco metros e dezessete centímetros. Uma fato interessante sobre a produção desta obra, é que o bloco de mármore usado ficou exposto durante 25 anos no pátio da catedral de Santa Maria del Flore. Diversos outros escultores receberam a incumbência desta obra, mas somente Michelangelo levou a produção para a frente. Até mesmo alguns grandes nomes, como Agostino di Duccio, Baccelino e Roselino a recusaram. Esses e diversos outros fatores levaram esta obra a ser escolhida como símbolo máximo da República da França.

 

Michelangelo foi considerado um grande inovador nesta obra, já que retratou Davi poucos momentos antes da batalha contra o gigante Golias, isto é, enquanto ainda se preparava para enfrentar uma força que todos os outros guerreiros consideravam impossível de ser derrotada.

 

A obra ficou em frente ao Palazzo Vecchio, na Plazza della Signoria, até 1873, e só depois foi levada até a Galleria dell’Accademia, em Florença, local que é sua preocupante casa atual devido as rachaduras encontradas na escultura.

 

De acordo com o artigo do jornal, o problema da escultura está nos tornozelos de Davi, que são uma parte muito vulnerável mesmo no corpo humano. Os historiadores da arte querem muito proteger a estátua, colocando uma base sísmica sob ela, para os quais são necessários 211.000 dólares. O governo italiano ainda não deu o dinheiro para os diretores da Galleria dell’Accademia, apesar de ter prometido cobrir os gastos há dois anos.

 

Embora as microfraturas tenham sido encontradas há mais de uma década, o problema só tem piorado recentemente. Em suas declarações ao The Times, Alessandro Martelli, geocientista que estudou a obra, disse: “Devido aos terremotos na Itália central e ao fato de que não podemos descartar a possibilidade de sua extensão para o norte, o problema da proteção sísmica de Davi de Michelangelo tornou-se um assunto extremamente urgente.”

 

Por fim, uma das obras mais importantes de Michelangelo e do renascentismo, depende agora de uma atitude do governo para ser salva.

 

Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições

Escritores iniciantes já podem tirar da gaveta seus textos que aguardam vir à luz do grande público. A oportunidade está lançada na atual edição do Prêmio Sesc de Literatura, que abre inscrições aos autores interessados em ver concretizado o sonho da publicação neste mercado concorrido.

 

 

O Prêmio

 

O já tradicional concurso literário promovido desde 2003 pelo Serviço Social do Comércio publica seu edital da edição 2017. Na busca por talentos da arte da palavra e, sobretudo, por obras inéditas que renovem e promovam a literatura nacional, o Prêmio Sesc reafirma sua contribuição à área cultural do país e democratiza o acesso ao mercado editorial.

 

 

As categorias

 

O concurso seleciona obras nas categorias Conto e Romance em língua portuguesa, podendo o candidato inscrever-se simultaneamente com textos nos dois gêneros, de acordo com o edital. Após um processo de análise do mérito literário a cargo de profissionais da área como críticos literários, escritores e especialistas em literatura indicados pelo Sesc, serão definidos dois autores vencedores desta edição – cada qual em sua categoria.

 

 

As inscrições

 

Os autores concorrentes terão acesso gratuito às inscrições já a partir das 10h deste dia 9 de janeiro pelo endereço eletrônico www.sesc.com.br/premiosesc até as 18h do dia 17 de fevereiro. Vale lembrar que as obras inscritas devem ser inéditas, respeitando os parâmetros do concurso.

 

 

A contribuição ambiental

 

A avaliação das obras inscritas, a exemplo do processo de inscrição, será feita por meio de recursos eletrônicos. Os avaliadores utilizarão leitores digitais que preservam cerca de meio milhão de folhas que seriam impressas nos moldes tradicionais, colaborando, assim, com a questão ambiental e evitando desperdício de papéis, em consonância com as discussões mais atuais entre a otimização de recursos e a diminuição de seu impacto no meio ambiente.

 

 

Os vencedores do Prêmio Sesc de Literatura

 

Os autores vencedores serão conhecidos logo em junho e terão suas obras publicadas pela Editora Record, responsável também pela distribuição comercial dos títulos. O Sesc, além de adquirir parte dos exemplares para disponibilizar ao público por meio de suas bibliotecas e ações culturais de alcance nacional, ainda promoverá eventos de lançamento das publicações vencedoras, dos quais poderão participar os autores premiados. A organização do concurso também assegura a participação dos autores laureados na cerimônia de premiação, prevista para novembro próximo.

 

 

O reconhecimento

 

A elevada taxa de adesão reflete grande interesse pelo Prêmio. A última edição registrou, segundo o Departamento Nacional do Sesc, o triplo de inscrições em relação à sua média histórica, chancelando o projeto, por seu turno, como promotor literário e cultural de relevo no país e, evidenciando, de outro lado, a ativa criação literária nacional em busca de seu público. Vencedores de edições anteriores do projeto também alcançaram reconhecimento com indicações a outros prêmios do espaço literário, incluindo o renomado Prêmio Jabuti, validando o processo de seleção do Prêmio Sesc de Literatura como rigoroso e qualitativo.

 

Empreendedorismo para Visionários: captação de tendências de mercado

Eduardo Sirotsky Melzer, conquistou administrando sua empresa, ocupar o lugar entre uma das maiores instituições de comunicação do Brasil por sua capacidade de produção e divulgação de conteúdo, incluindo em sua atividade empresarial meios de comunicação através do radio; Tv; internet e as mídias impressas como meio de difusão de informação. Eduardo Sirotsky Melzer tornou-se um case de sucesso.

 

Em sua recente entrevista cedida ao Site ADVBRS, Eduardo Sirotsky Melzer explica o seu secesso justificando-o pela paixão que o mesmo afirma possuir pelas pessoas, sendo este um empresário visionário que está pronto para otimizar seus lucros, porém, focando no bem estar de seus colaboradores, hoje sua empresa possui cerca de 6,5 mil funcionários, e este numero expressa o poder de persuasão e de liderança no mercado, que no entanto existe em virtude da dedicação do executivo Eduardo Sirotsky.

 

A boa liderança é a característica fundamental para um bom empresário, e a visibilidade do empresário Eduardo Sirotsky Melzer perante ao mercado de ações diz respeito a liderança dos fundadores e gestores envolvidos na empresa, o atual presidente Nelson Sirotsky, no entanto divulgou que em breve deixará o seu cargo de presidência no Grupo RBS para a adaptação da instituição no mercado atual. Contudo, o foco de todos os executivos da empresa coincidi com o ideal de proporcionar o bem-estar de seus colaboradores, outra nota importante sobre a instituição, feita pelo Eduardo Sirotsky Melzer, indica que o futuro destas adaptações é o viés sustentável.

 

Duda Melzer, enquanto gestor da empresa, lembra que; a cultura empresarial e o ambiente de trabalho devem ser observados em função da boa liderança, além disso a empresa voltou sua perspectiva de avanços em busca de novos mercados de consumidores, compreendendo o investimento em Startups, o Site Investe São Paulo trouxe dados econômicos de investimentos que apontam para o empreendedorismo nas redes sociais como uma das melhoras apostas de investimento nos próximos anos, segundo o próprio site a família Sirotsky investirá pelo e.Bricks Ventures R$300 milhões em fundos para motivar novas Startups . A e.Bricks Ventures trata-se de uma das companhias administradas pelas famílias Sirotsky, e as transformações em seus negócios obviamente refletirá no futuro da economia nacional, embora o investimento esteja em fase de captação de recursos financeiros, em sua entrevista afirma:

 

“Estamos tendo uma receptividade muito boa dos investidores”,informa à revista Valor. Para tanto, Eduardo Sirotsky Melzer ao realizar está afirmação reconhece que o capital humano na adaptação deste novo empreendimento é o mecanismo de maior valor, sendo o recurso combustível dos negócios.

 

Contudo, ressalva-se na mesma entrevista o interesse de outros países em investir no Brasil, – apesar das crises que o mesmo vem enfrentando, destacando o impeachment, a recessão e até mesmo o surto do zika virus. Estes acontecimentos negativos ocorridos no país, formaram objeções que motivam novas formas de superação para a economia nacional do Brasil, trazendo à tona inovações tecnológicas voltadas à economia criativa, que compreendem as Startups. O poder da captação das novas tendências de mercado conduzirá positivamente no desenvolvimento sustentável.

 

Anjos da Noite chega ao quinto filme não parecendo ter fôlego para mais

A mais empolgante guerra entre vampiros e lobisomens (lycans) está de volta, em sua quinta produção. Depois de “Anjos da Noite” (2003), “Anjos da Noite: A Evolução” (2006), “Anjos da Noite: A Rebelião” (2009) e “Anjos da Noite: O Despertar” (2012) – tendo somente o terceiro não contado com a estrela principal da franquia – Kate Beckinsale retorna agora com “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”.

 

O filme, que retorna ao já conhecido atrito entre os vampiros (da qual a personagem de Beckinsale, Selene, faz parte) e os lobisomens, ou lycans. Na trama, a personagem principal deve se defender dos brutais lycans e também de um clã dos vampiros que a traiu e deseja tomar o poder.

 

A saga, que sempre foi criticada pela sua história confusa e por vezes mal explicada, retorna agora para seu quinto título – sendo o quarto com Beckinsale, vez que o terceiro, “A Rebelião”, tratou do início dos atritos entre as duas facções de seres sobrenaturais. Porém, ao mostrar uma personagem feminina forte e como principal protagonista da história, ganhou adeptos.

 

A atriz comenta que, apesar das roupas de látex que utiliza, a personagem não é de forma alguma sexualizada, por usar roupas sempre bem fechadas e sempre se envolver em cenas de ação pesada. No gênero em que “Anjos da Noite” se enquadra – onde normalmente as mulheres são somente decorativas à trama – a saga realmente é inovadora ao trazer esta personagem feminina forte, ainda mais como a principal da história.

 

O filme é dirigido pela estreante Anna Foerster, contando com Theo James, Tobias Menzies, Charles Dance e Lara Pulver no elenco, e tenta dar novo fôlego à franquia, que acabou caindo nos esquecimento nos últimos tempos.

 

Passando uma mensagem de certa forma moderna, ao abordar temas como a importância da informação (que pode se sobrepor à força física até mesmo em um conflito como o que ele narra, entre criaturas eminentemente brutais), este novo “Anjos na Noite” parece demonstrar que a série está realmente perdendo força – pois não consegue mais se renovar, parecendo por vezes que sempre estamos assistindo à mesma história.

 

Este novo filme da saga, enfim, entrega o que promete – já que as expectativas já não eram mais tão grandes após os últimos filmes pouco inspirados. De certa forma, é um fim melancólico para uma saga que parecia ter mais futuro ao acabar de olhar o primeiro filme, no longíquo ano de 2003.

 

A ficha do filme no IMBD pode ser acessada através do link.